cantava o poeta que o amor ó dura em liberdade. mas o sentimento de posse, quase atemporal , sempre perpetuou-se nas relações humanas. o casamento, uma instiutição avalisada, sacramentada plo modelo economico nada mais é do que o espelho desta sociedade, onde Ter ( sabe deus como) é mais que SEr( isso sabemos como).
beijos, bela reflexão
Afixado por Angela em outubro 19, 2004 07:09 PMBarbant
São as conseqüências do movimento romântico. Que aqui você as desnuda completamente. Esse é o grande o mal latino, herdeiro maior do sebastianismo lusitano. Estamos sempre esperando...esperando... Menos mal que você não. Gostei muito
abçs
Ilidio
Quando era pequena acreditava no casamento, agora já não acredito mais... é como uma história em quadrinhos... um conto... belas palavras... bjo
Afixado por Paula em outubro 20, 2004 03:11 AMBarbant querido,
este comentário nada tem a ver com seu texto, porque meu objetivo é avisá-lo de que estou com problemas de conexão. as páginas abrem, mas a passos de tartaruga, verdadeira tortura.
quero deixar meu beijo mais do que especial a você e desejo (a mim) de que até amanhã tudo se normalize e eu possa escrever com mais calma.
mais beijos,
mariza
não consigo chegar nem perto disso...não que discorde nem que concorde... só sei que a posse está em mim...é da minha natureza insegura... mas realmente acho questionável que ela seja da natureza do amor... um abraço
Afixado por Valéria em outubro 21, 2004 04:25 PMQuerido amigo,
Aqui estou editada em suas paginas. A experiência é muito nova para mim. Como se eu lesse a mim mesma, já que sua postagem remete-me à minha crônica, a qual voce leu e tanto gostou.
Nela, falo tanto de propriedade (impropria nas relações sadias)que tanto machuca e fere.
Acabo, mesmo, escrevendo o que vivi(e sofri).
Agradeço, sincera e de coração, o espaço que abriu para mim, que, a proposito, não me acho merecedora.
Estou sem jeito...
Grande saudoso abração,
Mônica
antes de ser poeta da prosa... sou um libertador de mentes...
Afixado por Cotada em outubro 22, 2004 09:46 PMtive que voltar.
ai, Barbant, não consigo enviar e-mails. Ô desespero, meu deus. Dizem (e assim espero) que até a meia-noite tudo voltará ao normal. Embora tenham dito a mesma coisa ontem.
beijos,
mariza