Ora bem, hoje já tenho o meu computador em condições de fazer comentários.
Como é tradicional, refiro a tal terceira parte, no Foxtrot. Com a militância que a caracteriza, a Isabel Viçoso foi a menina do grupo de foliões noctívagos. Destacou-se pela coragem em fazer festas à ave emplumada do Foxtrot, que tinha um particular jeito em comer salgadinhos. Agarrava com a pata e depois ia deglutindo progressivamente.
Mas havia outra menina do grupo, que foi com o Luís Filipe Silva. Ora bem, são aqueles a que te referes na mesa do José de Freitas. O Luís Filipe é um amigo do tempos do DN-JOVEM e um escritor particularmente dotado na área da ficção científica. Agora está com uma perinha como a minha. A amiga nasceu nos Açores (acho eu), mas vive no Canadá. Ficou uma porrada de tempo a discutir pormenores de gestão com o José de Freitas. Em inglês. Eu também falei inglês. Só depois de saírem é que alguém disse que a miúda era de origem portuguesa e falava perfeitamente a língua. A discussão sobre números e edições continuou com o José de Freitas já em pé, em vias de sair.
De maneira que foi uma noite de diálogos muito técnicos.E os empregados lá se viram gregos para que a malta pagasse e desamparasse a loja. Depois ainda ficámos na palheta uns bons 40 minutos, no famoso cruzamento onde nos divertíamos a ver a enorme camioneta do lixo a manobrar.
E lá regressou a malta a casa, após a tertúlia de Outubro.
vale a pena perder tempo com estas coisas.
são im portantes in teressantes in capacitantes do marasmo e, tudo em IN.
um copo à vossa saúde! Tchim tchim!
Fapatipimapa