Terá sido feita justiça.
Mas muito falta ainda fazer.
Amigo João, tema tão delicado é tratado pelos senhores da lei como se fossem os donos da verdade. Será que uma mãe, ao decidir interromper uma gravidez, já não teria sofrimentos suficientes para fazê-la chegar a essa decisão? Será preciso fazê-la sofrer outra vez, num julgamento onde ninguém vê o que lhe vai na alma? Não creio que compete a nós, seres humanos, tal julgamento.
Um beijo, amigo!