sem dúvida um poema maravilhoso que nos deixa um nó na garganta...Adorei esta pintura feita de palavras.
Afixado por Nautilus em novembro 17, 2004 12:48 AMJá estava com saudades de ver a tua poesia aqui exposta. É, como sempre, admirável... A foto perfeita. Beijinho...
Afixado por Teresa em novembro 17, 2004 01:07 AMsaudades daqui... belo post,bela foto...
um beijo!
gostei muito, quando li o poema pensei que podia imaginar uma musica, infelizmente não tenho esse dom. gosto deste poema porque em si mesmo, tem musica e ritmo. sei que a rima não é importante mas neste poema o joão consegue trabalhá-la bem um abraço
Afixado por lobo em novembro 17, 2004 10:15 AMA sensação é de grandiosidade... Quase que ouço o mar, a ir e a vir, quase que ouço o chorar de quem fica...
Adorei, ficou-me no pensamento.
Gosto muito deste espaço! Costumo vir, ler e sair demansinho para não incomodar ninguem. Acho as imagens lindas e a diversidade dos posts são sempre uma surpresa agradavel. Um bom fim de semanam
Afixado por myryan em novembro 19, 2004 08:51 PMObrigado a todos por apreciarem a minha poesia...
Afixado por D Quixote em novembro 21, 2004 12:15 PMse me permites, d. quixote, e parafraseando nautilus, esta pintura feita de palavras sente-se nos gemidos das vestes negras, no livre arbítrio do mar, na fumaça do rasputine pescador. E o mar é sempre digno de ser idolatrado, quer abraçe de mansinho ou faça presas. Um poema faz-nos sempre sair de nós e viajar. Contigo a viagem faz-se sempre.
Afixado por nina em janeiro 12, 2005 01:48 PMse me permites, d. quixote, e parafraseando nautilus, esta pintura feita de palavras sente-se nos gemidos das vestes negras, no livre arbítrio do mar, na fumaça do rasputine pescador. E o mar é sempre digno de ser idolatrado, quer abraçe de mansinho ou faça presas. Um poema faz-nos sempre sair de nós e viajar. Contigo a viagem faz-se sempre.
Afixado por nina em janeiro 12, 2005 01:48 PMse me permites, d. quixote, e parafraseando nautilus, esta pintura feita de palavras sente-se nos gemidos das vestes negras, no livre arbítrio do mar, na fumaça do rasputine pescador. E o mar é sempre digno de ser idolatrado, quer abraçe de mansinho ou faça presas. Um poema faz-nos sempre sair de nós e viajar. Contigo a viagem faz-se sempre.
Afixado por nina em janeiro 12, 2005 01:49 PM