Comentários: O último poema

HOJE, SEMPRE, AMANHÃ, A VIDA INTEIRA

TEU NOME SERÁ PARA NÓS, MANUEL, BANDEIRA! -

relembrando o mote de Drummond.

E Bandeira é só, a meu ver, o Maior de todos os poetas brasileiros!

Afixado por AMELIA em novembro 25, 2004 04:25 PM

Hesito em dizer que é o maior porque não conheço tantos poetas brasileiros quanto isso, mas que o seu nome é para mim também bandeira hasteada no topo, isso é :-)

Afixado por Soledade em novembro 28, 2004 07:48 PM

Gosto do poema, mas não simpatizo com a ideia. Não há "últimos poemas": seria como ostracizar a poesia.

Afixado por Orlando em novembro 28, 2004 10:41 PM

Gostei muito desse último poema do Manuel Bandeira, sobretudo por ser o último ;)

Afixado por Neo-normal em novembro 29, 2004 12:44 AM

Há poemas que nos fazem estremecer (não há qualidade maior num poema do que nos fazer estremecer). Este é um deles.
Obrigada, Sol
Beijos
ps: tenho uma grande dificuldade de eleger um maior. há muitos excelentes poetas e poemas.

Afixado por Silvia Chueire em novembro 29, 2004 07:37 AM

A poesia de Bandeira tem-me sido itinerário lugar bênção.Dele.

Afixado por zef em novembro 29, 2004 11:25 AM

Esse poema é um dos meus preferidos - talvez o meu prefrido - de Bandeira. Me emociona sempre.
Beijo grande, Sol. E obrigada.

Afixado por Márcia em novembro 29, 2004 07:24 PM

Orlando, "assim eu queria o meu último poema", diz Bandeira. Mas a gente sabe lá quando será o nosso último poema! Quando/se as palavras um dia nos trairão ou deixarão de fazer sentido; ou se a morte chega sorrateita e nem tempo teremos de dizer, como Pessoa, "I know not what tomorrow will bring". Acho que este poema é a síntese, pelo próprio poeta, das características da sua poesia, síntese onde Bandeira se define muito bem. Acho-o belíssimo, todo, mas o último verso é fabuloso: "a paixão dos suicidas que se matam sem explicação".

Afixado por Soledade em novembro 30, 2004 01:05 AM

Eh, Neo-normal, pára com isso! Não foi o último poema dele! Estás a espicaçar-me. Não consegues ;)

Afixado por Soledade em novembro 30, 2004 01:17 AM

Eu sei, Zef. Que chegue a Pasárgada. Que cheguemos todos.

Afixado por Soledade em novembro 30, 2004 01:30 AM

:o)- Bandeira! Peço licença: 'O VENTO varria as fôlhas, O vento varria os frutos,O vento varria as flôres... E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De frutos, De flôres, De fôlhas (...) E a minha vida ficava Cada vez mais cheia de tudo.' - Desculpa-me, foi a emoção de ler Bandeira e estar com as folhas Dele, cá, em minhas mãos.

Um beijo :o)

Afixado por Eduarda em novembro 30, 2004 01:38 PM

Silvia, Márcia, Eduarda, qual O poeta, qual O poema? Quem poderá dizê-lo?

Bandeira tem um verso, de um epitáfio, em que diz que por fim até o nome se apagará. Que o seu perdure.

Um beijo às três

Afixado por Soledade em novembro 30, 2004 04:11 PM