A melancolia. Com a chuva. É bonito.
Afixado por Luís em outubro 13, 2005 11:52 AMDiz bem, o Luís.É bonito, sim, amiga.Beijos
Afixado por amelia em outubro 13, 2005 02:19 PMQuase um haikai na sua depuração que lhe não tira a beleza poética.
Afixado por hfm em outubro 13, 2005 07:10 PMBela melodia. Parabéns!
Afixado por Ana em outubro 13, 2005 10:27 PMObrigada, vizinha. As noites de chuva cantam.
Aqui às voltas com a TLEBS.
Dorme bem, até amanhã
[Me desculpem, meninas: mas o que é isso de TLEBS?]
Afixado por amelia em outubro 13, 2005 11:19 PMTLEBS: nova "Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário". Até a sigla é pedante...
Beijinho, Amélia, dorme bem
Obrigada, Luís, amigo da música; obrigada, Helena, mestre dos haikai.
Um beijo aos dois.
"Os olhos afogados, a boca que já foi lugar..."
Ah, como eu reconheço isto. Belo poema, Sol !
Beijos,
Saudades,
Silvia
Esta não posso deixar passar em branco - então TLEB-SE bem! professor sofre!!!
Afixado por hfm em outubro 14, 2005 06:47 PMNã percebi o poema :S a sério! (fico à espera da explicação..reviver os velhos tempos de aulas :)..) Apesar de não ter percebido na totalidade, gostei muito dos versos "os olhos fundos/afogados", tem muito profundidade esses dois piquenos traços do poema, fica na mente :)
Carraio de palavrão esse do TLEB, isso foi inventado à pouco não foi?? é que nunca ouvi falar de tal coisa :S
Bem! é melhor parar de dizer besteiras :)
Beijinhos e bom fim de semana
Afixado por Sílvia em outubro 14, 2005 09:20 PMÉ muita a contensão do poema. O pretérito imperfeito, usado duas vezes,parece que ia criar espaços de expansão, "mas a chuva na vidraça" faz parar. A chuva parece desempenhar o papel do nevoeiro que está para além das "Colunas de Hércules" que nos acompanham ao lermos. Acho linda a ligação. Esta fotografia faz parte do poema.
(Será que o "pretérito imperfaito" está autorizado pelo TLEBS, ou tenho de fazer uma pós-graduação?...Deve haver alguma escola superior de educação de qualquer coisa que nos esclareça acerca de tão ciclópicos problemas!)
Afixado por zef em outubro 14, 2005 11:05 PMMuito bonito!!
Dá uma sensação quase nihilista. Curioso que me tenha despertado uma interpretação que se calhar diferente das demais pessoas. Ainda que tudo leve a acreditar que represente uma entrada, a mim parece-me uma saída. Depois do portão? Bem, uma saída implica um caminho para uma outra entrada, entre estes andares vamos encontrando pessoas nas encruzilhadas.
Ainda bem que numa encruzilhada da vida encontrei o teu blog.
Afixado por João em outubro 15, 2005 07:51 PMReconhecemo-nos, Silvia. Lembra-se quando falávamos das afinidades electivas? Há também as circunstâncias :-)
Um beijo, saudades
Cá me vou TLEBANDO, Helena. Hoje TLEBEI na Fac de Letras de Lisboa. Como não se cansa quem corre por gosto e ainda paga a formação que o Min Edu exige mas não dá...
Afixado por Soledade em outubro 15, 2005 11:35 PMMinha piquena Sílvia, estou em greve de zelo: não faço hermenêutica de poemas para os ex-alunos! Estou a brincar contigo :-) Falamos da TLEBS e de poesia e do que quiseres quando apareceres por aqui.
Bom fim de semana e um beijinho
Creio que tem razão, Zef, a chuva traz a consciência de volta ao presente fechado. O poema é muito anterior ao meu conhecimento da fotografia destas desgarradas colunas de Hércules, mas juntei poema e imagem, num outro local, e têm feito par desde então.
Ah, o pretérito imperfeito permanece na terminologia :-)
João, gostei da tua leitura. Pensei o poema como um lamento: a memória, a impossibilidade, o caminho que se fechou atrás. Talvez por essa falta de esperança o tom nihilista que referes. Mas se todos os caminhos são locais de chegada, são-no também de partida. Gostei que lembrasses isso.
Obrigada pela leitura, pelas palavras de apreço.
Por qualquer deficiência não identificada, só hoje consegui abrir os comentários (e com muita lentidão). Mas já tudo foi dito e com a maioria dos comentários me identifico. Deixo só o meu abraço e quero só dizer que o poema é lindo e rico.
Fernanda.