Ah, Sol, que graça de poema. E que bela imagem esse arranhão de bordas azuis.
Um beijo.
Sempre achei este poema muito bonito. E gostei de o ler. Sempre gosto.
Afixado por amelia em novembro 30, 2004 09:58 PMObrigada, meninas :-)
Afixado por Soledade em novembro 30, 2004 10:35 PMPara Soledade
a scratch with blue fringes
crosses the sky.
the fissure reveals the abyss.
it’s a thin line,
the rope that we walk over.
silvia chueire
E que terei feito para merecer um poema tão delicado, tão finamente equilibrado nas fissuras azuis?
«the rope that we walk over»
Como dizer obrigada? Pela partilha da beleza, pela intuição, por este jeito tão seu de dizer a nossa cumplicidade. Amiga.
Afixado por Soledade em dezembro 1, 2004 10:18 PMsaudades sim talvez e porque nao
gostar dos dias tristes e cinzentos
que mais quero morrer na emocao
que a minha minha dor me da nesses momentos
saudade sim talvez e porque nao
se nada mais no sonho me desperta
se as saudades desses dias sao
a luz que os meus olhos deserta
ah lembrar me de ti como e vao
e como e vao viver no passado
nascente do mal no seu inicio
dias de chuva sem continuacao
ceu de minhas magoas enublado
horizonte caido em precipicio
saudades sim talvez e porque nao
gostar dos dias tristes e cinzentos
que mais quero morrer na emocao
que a minha minha dor me da nesses momentos
saudade sim talvez e porque nao
se nada mais no sonho me desperta
se as saudades desses dias sao
a luz que os meus olhos deserta
ah lembrar me de ti como e vao
e como e vao viver no passado
nascente do mal no seu inicio
dias de chuva sem continuacao
ceu de minhas magoas enublado
horizonte caido em precipicio