que belo poema, não conhecia.
uma das coisas que mais me fascina na sua poesia
a é a serenidade que erradia.
este é de facto um poema fabuloso! que mais somos nós para alem do somatório de vivências que a vida nos proporciona ?
muita saudade
bjs
Diana
Saudade de teus poemas, do vôo sutil que eles empreendem a regiões inseguras do coração. Muito belo, Soledade. Um beijo.
Afixado por adelaide em dezembro 2, 2004 05:18 PMTu já sabes como gosto deste poema...belo e difícil.Quem me dera saber dizê-lo tão bem ou quase tão bem!
Afixado por amelia em dezembro 2, 2004 07:09 PMDe onde advém a intemporalidade? Olho para ti, pois.
Beijo
Afixado por Neo-normal em dezembro 2, 2004 10:22 PMMuito bonito Soledade.
A Jade entrou ali, com a agilidade própria de um gato :)
O contingente e o efêmero habitam cada minuto que passa. Mesmo que contemos com eles são sempre um espanto e uma dor. É um belo poema, Sol. Muito belo.
Certos poemas é preciso coragem para escrevê-los.
É bom saber que a temos.
Beijos
Alguém é o eu poético ou o outro? Este poema pode ser teu retrato e o de tantas/os. Diz-se em Portugal "uma pouca de terra"? Bonito é quando se lê um poema "uma pouca" cansada das lutas da vida e o mirando mirando se repousa nele.
Afixado por marilia em dezembro 3, 2004 05:33 PMMagnífico poema, Sol!
... e, olho, para ti, sorrindo, não para falar do efémero, mas do sempiterno ...
Abraço!
Diana, o poema foi feito no dia em que o publiquei (algo de extraordinário em mim,que os amaduro longamente), por isso não o conhecias mesmo. Somos o somatório, é certo, esperando eu que esse somatório seja mais que a soma simples das partes. Um beijo, e muitas saudades também.
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 01:35 AMAdelaide, ando um pouco longe, há que tempos não visito o umbigo dos sonhos e outros lugares amigos. Por isso mais agradeço a vinda aqui e essa expressão tão bela: "zonas inseguras do coração". Um beijo
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 01:39 AMAmélia, sei que gostaste do poema. É difícil, sim, mas como te disse, «(...) Tal vez no importa./Hay tantas otras cosas en el mundo»
Um beijo e a o meu carinho - sempre
Obrigada, Neo-Normal. Sermos vistos/ouvidos é existirmos. Talvez resida aí alguma da intemporalidade possível. beijo
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 01:43 AMRicky, ela entra sempre, mesmo quando não convidada. Assim como o Capitão, aposto. Eles estão acima das contigências. Eles são.
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 01:46 AMSilvia, é sim preciso coragem para ir além do alarme, e fazer o balanço, e confrontar a dor, o espanto, o sem-remédio. E aceitá-los. Você sabe. Beijo grande, amiga.
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 02:02 AMMarília, espero que outros se revejam no poema, no retrato, de outro modo para quê escrever? E que ser humano não sentiu nunca a vacuidade da existência? Só vista de fora, a vida parece sempre cintilante ou completa.
Em Portugal, coloquialmente, pode dizer-se "uma pouca de água", "uma pouca de terra". Também se diz em Espanha: "una poca de tierra". Ouvi a expressão, muitas vezes, da boca das minhas duas avós, a portuguesa e a espanhola. Agora diz-se menos, que a globalização tudo uniformiza. Por isso quis a expressão no poema: por achá-la bela, expressiva de uma insignificância, e porque faz soar nos meus ouvidos a perdida música da infância.
Um beijo, Marília, procuremos descansar das lutas da vida.
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 02:15 AMmylostwords, tenho curiosidade a teu respeito. Visitamos alguns espaços comuns e gosto de te ler, aí. Quero conhecer também o teu próprio espaço. E agradeço-te muito: a visita, a gentileza.
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 02:18 AMAntónio, e que bom ser olhada com um sorriso, ter a eternidade do momento e o calor bom dos amigos.
E que bom também ouvir a voz que diz o poema e ter a ilusão de que voltei "À esquina do mundo" :-)
Um beijo
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 02:23 AMQue lindo, Soledade. Permita-me dizer só isso: que lindo. Um poema imenso, minha amiga. Meu abraço de admiração, AC.
Afixado por Antoniel Campos em dezembro 4, 2004 10:19 AMSem palavras. Só um raio de sol e um beijo daqui.
Afixado por Márcia em dezembro 4, 2004 11:42 AM é verdade que visitamos os mesmos espaços já há bastante tempo e também gosto de ler os teus comentários..
eu é que agradeço o facto de compartilhares com todos nós estas poesias.
*
Caríssima Soledade... como exprimir a minha admiração e o meu contentamento por textos tão grandes e tão lindos? Pela pessoa, pela Soledade em si. Como poder de deixar de vir sempre às escondidas lê-la e estar aqui no nocturno perdendo-me em palavras e (só talvez) encontrando-me tantas outras vezes?
Pena é que este triste browser que utilizo faça com que tudo fique branco, sendo que tenho que seleccionar tudo de modo a poder ler... enfim, vale decerto a pena, e o esforço em si é quase um não-esforço.
Grande espaço, para aquelas que são as mais reconfortantes palavras. Um abraço de algo a que poderíamos, eventualmente, apelidar de saudades.
Afixado por groze em dezembro 4, 2004 03:38 PMAntoniel, fico sem saber o que dizer. Obrigada? E aquele abraço!
Afixado por Soledade em dezembro 4, 2004 07:24 PMAceites, Márcia, com gratidão.
Um beijo
Regressado à sede, vejo por alto poemas, a eles voltarei, mas desde já registo com contentamento estares com força para participar – desejos de tudo a correr pelo melhor bj c.
Afixado por peres feio em dezembro 4, 2004 10:09 PMGroze, fizeste-me sorrir quando disseste vires "às escondidas" :) Eu aprecio a tua discrição, e saber que vens alegra-me mais do que podes imaginar. Bem como saber que algumas vezes te alcançam as palavras que escrevo. Como as tuas palavras me alcançam a mim. E tu sabes isso. Foste o 1º O. et C. que fez click nos meus neurónios :)
O browser? Lamento. Talvez altere em breve o template (tenho pensado nisso) e fique mais fácil.
Também tenho saudades. Tuas. Vossas. Aquela vez em Óbidos foi especial, e não penses que não percebi, reconhecida, o teu cuidado de anfitrião. Tu nuncas vens visitar o Sete-Sóis? Vem com ele um dia, ele sempre aparece em minha casa quando está para aí virado. Pois venham merendar comigo. Ou jantar. Combinar uma tertúlia. Sei de mais alguém que está mortinho por conhecer a juventude do Ossa et Cinera :-)
Um beijo grande, Pedro