Claro que é vila do Sabugal: quando me falaste disso lembrei logo a quadra,,,Não dá-por razões m+etricas, como explicas,E sobretudo pelo resto, o Côa,a infância à sua beira, a Sol...
Afixado por amelia em dezembro 18, 2004 12:27 AMÉs uma romântica, rapariga. Arranja-se outra quadra. Olha, trata tu disso!:)
pois o meu pai é de sortelha
e a minha mãe da azenha...
raizes próximas.
Nada é perene, pois não, Amélia? Nem nós. Então, olha...
Afixado por Soledade em dezembro 20, 2004 12:08 AMRomântica? Obrigadinha! E que tal tratares tu da quadra? (És lá de cima também, não és?)
Afixado por Soledade em dezembro 20, 2004 12:11 AMRaízes muito próximas, Jorge, somos praticamente conterrâneos. Sortelha é uma das freguesias mais conhecidas do concelho do Sabugal; e a Azenha. Boas raízes:) Há uma estrada para Sortelha, sempre a subir, às vezes entre nuvens, adoro esse trajecto, rude, a paisagem inóspita, a terra escassa, fragosa. Saudades...
É bom encontrar gente "de casa". Um abraço, Jorge.
O que está aqui em causa é o erro de ter elevado o Sabugal a cidade. Não há direito.
Porque isso não traz nenhum benefício ao Sabugal.
Sou do Soito e nunca concordei que fosse elevado a vila. Não posso, também , concordar que o Sabugal seja cidade.
Cada coisa no seu lugar...
Se eu fosse brasileira diria que inicio esta resposta "com mil dedos". Fico sempre com receio de ferir susceptibilidades, dada a velha rivalidade entre as nossas terras. Mas isso são histórias velhas. E tenho até um irmão "casado no Soito" :) No entanto, um diabinho em mim leva-me a desejar desmontar o teu comentário, João. Ele é deveras instigante(esse "não há direito", por exemplo, é muito interessante). Mas estamos os dois de acordo, portanto... ;)
Benefícios, no caso do Sabugal (e se calhar no do Soito será algo do género) creio terem a ver com a possibilidade de concorrer a projectos das ditas "cidades fronteiriças". Dará em pouco ou nada, apostaria. E o certo é que uma pequena e simpática vila, com seu foral do tempo de D. Dinis, é, como cidade, muito ridícula. O mesmo talvez se possa dizer do Soito. Como tu, sinto-me roubada: quero a minha vila de volta! E tu a tua aldeia.
Um abraço, João, gostei muito de encontrar outro conterrâneo.
Afixado por Soledade em dezembro 28, 2004 10:21 PM