Tá esbanjando genialidade, céus!
Para mergulhar neste texto preciso de coragem, porque afunda-se e voa-se sem intervalos entre um e outro.
Cida
Afixado por Cida Sepulveda em dezembro 28, 2004 02:42 AMExcelente passeio, e tendo você como guia fica ainda mais soberbo
abraços
Ilidio
Permita-me dizer: a analogia povoado/femea está genial(e saborosa, tb).
Nós, mulheres, temos tanto aclives e declives que não são nem explorados e nem apreciados.
Não raro, como uma cidade que ninguém dá dois olhares, passamos ao largo. Apenas nós observamos.
Se somos observadas, isto é outra história.
Nossas escarpas, nossos meandros, atalhos e vias estreitas.
Sua narrativa lembrou-me das cidades (anonimas, pois o nome ninguém lê na tabuleta da estação)pelas quais já passei, alonguei o olhar e fui embora com o trem.
A cidade fica, o trem vai embora e a beleza ninguuém nomeia.
Desculpe o comentario grande. Mas foi-me saindo, naturalmente. Como quando venho aqui. As palavras saem aos borbotões e eu nem sabia que queria falar tanto...
Grande abraço,
Mônica
Vim por acaso parar a este site, quando me deparo com um espantoso texto acerca da minha terra: Bustelo, Penafiel. Fiquei deliciado.
Agora, pergunto-me? quem o escreveu? que tão bem conhece estas paragens! certamente não é de Bustelo? agradecia uma resposta.
É bom percorrer esta arquitetura, esta geografia, conduzida pelas suas palavras. Mas isso eu já disse antes.
Fez-me lembrar das Cidades Invisíveis de Italo Calvino. Você aqui constrói a ficção sobre a realidade. Ele fez das cidades, metáforas.
Bom, muito bom.
Abraços,