Quando as reformas dos sistemas se quedam apenas pela mudança de nome, é nisto que dá!
Afixado por mfc em janeiro 5, 2005 08:23 PMUma autêntica vergonha...
Afixado por BlueShell em janeiro 5, 2005 08:51 PMUma autêntica vergonha...
Afixado por canzoada em janeiro 5, 2005 11:47 PMCadê a uaitebole?
Emigrou?
Não escreve!
Tinha ficado com a ideia que o teu sogro tinha sido excelentemente tratado. Só ao nível do Bagão. Enganei.me?
Ainda se fose só 1 hospital em portugal.... eu diria que nao há um bom. A saude esta muito doente em portugal.... Feliz 2005 para ti, beijinho*
Afixado por Lina em janeiro 6, 2005 02:22 AMAcho que a culpa é do governo!!! :-))
Afixado por Carlos Tavares em janeiro 6, 2005 10:32 AMnão discuto a forma como foi tratado anteriormente.
refiro-me à forma do atendimento ao publico na urgência e à descoordenação completa que se tornou a verificar neste novo internamento.Bolas quando um doente que esteve internado na semana passada e regressa e não existem elementos sobre o mesmo é bizarro. Quando o médico está a tratar o doente sem saber a sua história clinica é ridiculo. No mesmo hospital ainda para mais.
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE OSTEOPOROSE
Vimos por este meio exigir a Retirada Imediata da Fotografia do Dr. Sá Carneiro do Poster do PSD, para não lhe destruir os Ossos!
Mais Informações na sua
R.I.A.P.A.
Caro Mocho
Os processos podem ser melhorados através do feedback dos clientes.
Aconselho-te, por isso, a reportar por escrito à administração do hospital a última ocorrência.
No limite há quem diga que os utentes têm o hospital que merecem, mas o que eu acho é que os utentes devem lutar para melhorar o sistema.
Se o hospital é SA deve ter um site na internet onde eles divulgam a evolução de um indicador importante que é o «Índice de avaliação da satisfação do utente» ou parecido.
E até talvez tenham uma entrada para exposições como a do teu caso.
Abraço.
Enfim! é o país que temos! Infelizmente, não são só os médicos q têm culpa! Temos é q esperar que ao ficarmos doentes, sejamos bem tratados!
http://sunshine.blogs.sapo.pt/
http://pequenitos.blogs.sapo.pt/
País social?
Ninguem pense nisto nas pro´ximas décadas...
Diz que pediste e escreveste no Livro Amarelo... please! tanto que deixamos passar, que pode prejudicar o amanhã... Mais do que o hoje!
No sentido do que alguém já escreveu acima, dispensa-se a resignação de achar que temos o que merecemos. Merecemos mais, pagamos por mais, mais nos é devido.
Pronto, ia-me zangando.
Bjs - e a whiteball???
"Quando o médico está a tratar o doente sem saber a sua história clinica é ridiculo" - é tb desleixo e incompetência. De quem, não sei, mas é.
Os serviços funcionam abaixo do limiar de pobreza SOBRETUDO quando se trata dos menos jovens. E só podem ser os trabalhadores de saúde a exigir condições suficientes para o exercício digno da profissão.
Afixado por Inês em janeiro 8, 2005 11:50 PMestive hà pouco tempo no hospital de viseu (2005) e fui maltratado, não só pelos individuos vestidos de violeta que, considero de elevada incompetencia não só profissional como humanistica, alguns nem a lingua portuguesa entendem.
a descoordenação dos médicos existentes é própria de burros da pior especie. pergunto-me como é que estes individuos conseguiram a licença. falta de conhecimentos facilmente detectáveis.
amontoam os doentes, muitos com casos de grande gravidade durante horas sem qualquer abordagem.
quando algun pede para urinar, os individuos tentam empurrar para outros a assitencia a prestar, ninguem quer trabalhar.
os serviços e capacidades analiticas ou são enexistentes ou demasiados morosos e em geral pouco conclusivos.
também existem médicos que exibem alguma responsabilidade, pena serem poucos. a grande maioria não passa de animais decoradores que usaram todos os subterfugios para comseguirem o curso pois revelam uma imcompetencia alarmante indo ao ponto de cuidarem a forma como falam, pouco, para não serem detectados, mas fácilmente detectáveis nas frases que emitem a custo.
a maior parte daqueles médicos só pensa no dinheiro a obter, mais nada.
precisavam era de serem perseguidos no exterior e serem fortemente torturados para entederem o tratamento que dispensam aos outros.