bonito + bonito cpfeio
Afixado por peres feio em janeiro 19, 2005 01:03 AME eu celebro contigo, se o permitires :-). Obrigada por nos lembrares a efeméride.
Afixado por Dora em janeiro 19, 2005 01:16 AM...um dos meus poetas de vida...:)
Jorge, concordo contigo e agradeço-te o comentário. E há ainda outros silêncios, os que resultam de medos muito fundos na nossa cultura: medo da doença, da velhice longa, da morte... Tabus.
Mas as palavras dele serão sempre, para alguns (muitos, espero!) de nós, esse "cristal" que citas de memória.
Um beijo
Gostaste também da foto, hein?, Carlos. Calculei.
Beijo
Claro que sim, Dora, celebremos juntas.
Fui ver o teu blogue, tens uma bela homenagem à mãe, a "trança" de afectos da primeira página.
Das nossas vidas, Amélia. E o meu primeiro amor em poesia. Diz lá que não tive sorte? :)
Um beijo
Mas ele, Soledade, é dos que voltarão a nascer sempre em nós! Magnífica foto com imensas leituras!
Afixado por Helena Monteiro em janeiro 19, 2005 07:05 PMRealmente... ouvi nas notícias hoje, também não o sabia. Estive até às 11 da manhã num estabelecimento de ensino de nome Eugénio de Andrade, e das 2h30 que lá permaneci não ouvi um comentário sequer sobre o acontecimento, quanto mais alguma actividade programada... é triste.
A foto é lindíssima :)
Afixado por Bruno Ramalho em janeiro 19, 2005 07:20 PMGostei muito, Jorge. Bem como do poema que escolheste para celebrar o poeta. E de um outro, da tua autoria, sobre um outro aniversário, o da tua avó.
Um beijo
Também acredito que sim, Helena. A foto: quando a encontrei, percebi que era para ele. Polissémica, é verdade.
Um beijo
Bruno, somos colegas? E não houve referência à efeméride numa escola que tem o nome dele? Isso é triste. Na minha escola também não houve actividades programadas, mas creio que alguns dos meus colegas fizeram o que eu fiz: foi dia - não de "dar" - mas de saborear Eugénio de Andrade. Mantê-lo vivo contra uma data de coisas, nomeadamente contra a aberração dos novos programas de Português. Embora todos os dias sejam dias bons para saborear a poesia dele :)
As editoras aqui do Brasil resolveram (ainda que tardiamente) preencher a lacuna e vêm lançando a poesia portuguesa contemporânea. Só recentemente, pois, pude entrar em contato com a obra de Eugénio de Andrade, Sophia de Mello, Adília Lopes e Helder Macedo. E encontro-me apaixonado por essas vozes tão belas e singulares!
Afixado por Felipe K. em janeiro 20, 2005 12:01 PMO meu grande amigo :) Eugénio Andrade disse-me um dia:
"Sê paciente; espera/que a palavra amadureça/e se desprenda como um fruto/ao passar o vento que a mereça."
neste silêncio e ausência, apetecia-me escrever-lhe:
"Hoje roubei todas as rosas dos jardins
e cheguei ao pé de ti de mãos vazias."
(Soledade, a foto é magnífica) *
Afixado por Astrophil em janeiro 20, 2005 12:32 PMAstrophel, paciente aprendeste a lição do vento e a tua palavra amadureceu. Desprende-se como um fruto, cai nas nossas mãos. Que em breve sejamos muitos mais a saboreá-la.
A foto é bela, não é? Também as flores que trazes nas mãos vazias. Gosto de saber que temos este amigo comum :-)
Um beijo.
Afixado por Soledade em janeiro 21, 2005 12:41 AMFelipe, tão próximos e tão distantes. Fico contente por no Brasil se ir abrindo caminho aos novos portugueses. Aqui vamos conhecendo também os contemporâneos brasileiros. No pódio dos meus afectos, não tão recente assim, mas ainda contemporâneo, "para sempre" Manuel Bandeira.
Um abraço transoceânico
Sim, Sol: "Um silêncio de que não gosto"
É bem mais fácil sinalizarem o aniversário de uma das operadoras de telemóveis.
Como escrevi um dia:
na manhã posterior / ao óbito de David Mourão-Ferreira / um vento inquietante /
resvalou por minhas faces / em Coimbra/ em todo o lado/ é notícia/ é notícia $$$$
Abraço
Afixado por Neo-normal em janeiro 22, 2005 03:34 PMSem palavras à altura de comentar o poema, logo eu que gosto tanto do Eugénio de Andrade, vc sabe. Gosto tanto. A imagem está ótima.
Quanto ao silêncio me fez lembrar a entrevista do José Gil...
Beijos,Sol.
Afixado por Silvia Chueire em janeiro 23, 2005 08:08 AMGosto muito de Eugenio de Andrade, bom saber que fez aniversário. Muito bonito seu blog, parabéns!
Neysi
Eugénio de Andrade está mesmo de parabéns por tudo, os poemas dele são inspiradores e devia ser um grande homem! Tenha uma boa semana. **
(Ah! Quem dá nas orelhas sou eu a ela, ainda não vi o contrário =P, por enquanto!! =9 ).
Beijinhos poéticos =@)
Sol, gostei muito da tua homenagem a Eugénio de Andrade. tenho tentado acompanhar o trabalho desenvolvido. volto. beijo*
Afixado por mylostwords em janeiro 23, 2005 08:13 PMNeo-Normal, os teus versos chegam oportunos. Obrigada.
Afixado por Soledade em janeiro 23, 2005 10:09 PMSilvia, acho que é de se gostar tanto que às vezes não achamos as palavras. E está lá tudo, na justa medida, no pequeno poema, escrito com "a noite já em casa", mas nas palavras que o levam às primeiras águas. Que mais havemos de dizer? Saboreamos. Comovemo-nos.
Sim, o silêncio em torno do homem, enquanto as editoras fazem e vendem belas colectâneas em papel e encadernações de luxo, lembra a entrevista de José Gil. E inquieta.
Obrigada, Neysi. Também gostei do seu blogue, muito interpelativos aqueles último post e a foto. Abraço
Afixado por Soledade em janeiro 23, 2005 10:32 PMSílvia, não fales dele no passado. Ainda não, está bem?
Tu e a Joaninha são uma dupla e pêras :-) Não sei, entre vós, quem dá nas orelhas de quem, mas sei quem dará nas orelhas das duas se as promessas não forem cumpridas.
Beijinho e boa semana para ti também
mylostwords, muito obrigada. Gostava de saber o teu nome, mais de ti. Quem sabe um dia vos visito na Nova? :-)
Um beijo