não resisto a deixar aqui um elogio á tua poesia...sabes, na tua também se entra descalça, espécie de purificação: a verdade do que somos. Os trilhos que escolheste fazem parte dessa construção chamada Claúdia Souto.
E não saber esperar, correr com medo que a vida nos possa surpreender, que a morte nos possa espreitar a uma qualquer esquina te fz amar intensamente tudo, a voar, mas a ser nesses pequenos momentos que tão bem se nota fazerem parte de ti...
Também Cláudia...
Também assim...
Um estilo muito próprio e espantosamente poético. Estas são as novas mulheres, cuja independência é a bandeira em haste e contra todos os ventos. Conheço algumas mulheres assim e elas são o futuro. Contudo não discuto aqui a imensa e irreparável perda, para a humanidade.
Afixado por Nancy Brown em janeiro 20, 2005 09:16 PMTens razão Nuno, um texto muito bonito. Há livros que depois de começar a ler, só consigo parar no fim. E este texto pertence a esse grupo.
Cláudia, gostei muito das tuas palavras. Sou muito diferente de ti, sou daquelas pessoas que esperam pacientemente e penso muitas vezes que é exactamente isso que me falta, viver o imediato. Como tu, considero os pequenos gestos os mais importantes. E os mais elucidativos também.. Espero voltar a encontrar-te aqui :)
Pois... :)
Afixado por Paulo Fogg em janeiro 21, 2005 11:02 AMparece que enquanto lia, recuava a um lugar e á memória de sitios e de alguem que tinha uma história bonita, onde o comum das coisas tinha um mistério, agora em vez de envelhecer eu sou mais jovem nas coisas que caminho e eu nem sei mais que dizer. é tao bom haver pessoas assim tão bonitas
Afixado por lobo em janeiro 21, 2005 05:09 PMescrito descalca, como deve ser.
Afixado por RC em janeiro 22, 2005 01:45 PM