Um poema intemporal com a serenidade de quem já não precisa de "rendas e babados". Belíssimo!
Afixado por hfm em janeiro 29, 2005 04:10 PMJá te disse como gostei deste poema lunar e não só - o que vem provar que a lua não é só para os românticos do s.XIX...dependendo do ângulo com que cada um a olha.
(Agora gostei também dessa «boca» da hfm sobre
«rendas e babados»...:)) )
Meninas, sempre detestei rendas, laçarotes e babados. Desejaria uma lhaneza assim para o que escrevo: poucas palavras, poucas imagens, e a aceitação do que tem de ser. Às vezes consegue-se, outras nem por isso.
Mas é bom viver num planeta que tem lua. Poder olhá-la e nunca me cansar. Vi esta extraordinária lua cheia de Janeiro todas as madrugadas, quando abria a janela do quarto, pelas 7h, antes de o sol nascer: uma lua poente, mais imensa e prateada que a do nascente ou do zénite. Num claríssimo céu azul. Sobre campos de geada.
Um beijo às duas
Afixado por Soledade em janeiro 29, 2005 07:29 PMGostei tanto deste poema, vc sabe.
Gosto de ir à varanda todas as noites ver como está a lua.
Agora complemento o que disse em outro lugar e pode ter parecido uma bobagem. Sabe que a lua, no verão pode ser fria, mesmo no esplendor do plenilúnio, mesma na maravilha da minguante ? E paira distante. A não ser quando arde no céu.
Beijos,
Silvia
Poucas navegações, mas quando acontece cá estou – a lua agradece ser lembrada – bj c.
Afixado por peres feio em janeiro 31, 2005 01:06 AMJorge, Silvia, essa beleza fria (ou ardente, sim, Silvia - entendi exactamente),esse astro que nos mede o tempo e as marés do corpo e dos oceanos, que move com ela muito mais que o nosso olhar deslumbrado, que acorda memórias e tange emoções... Que há com a lua? Que há connosco?
Obrigada aos dois. Um beijo
A lua agradece? :) Espero que tenhas podido vê-la, apesar da escassez de tempo, mesmo para navegações.
Beijo