olá soledade,
deixo um beijinho a lembrar que te vou lendo...
e gostando!
Que dizer das palvaras que se «afogam inseguras», brilham feitas «fogachos» e. em acto de «disciplina», «acutilado» por memórias, tu extingues? Que elas se transfiguram, ganham novo voo e,enquanto fingem a dor deveras sentida, nos chegam - assim, disciplinadas, é certo, mas abrindo espaços ao leitor a quem cabe sentir -displinadamente.Ou, se o poema é bom, como este, simplesmente sentir?
Beijos
Afixado por amelia em fevereiro 5, 2005 09:27 AMNa descoberta de cantos novos, há sempre muitos com melodias de encantar.
:)
Afixado por AmigaTeatro em fevereiro 5, 2005 10:29 AMObrigada, Jorge. Olha, passei na Estrada Larga e não consegui deixar comentário (estará o blogger agora com problemas?). Quanto à tua última entrada: "boa onda", como te diz alguém. Mas achei graça ao último conselho. Está bem visto. Mas é um conselho, daí ter-me feito sorrir :-)
Beijinho para ti também
Amélia, os teus comentários são sempre pontes para outras reflexões. Obrigada, amiga. Um beijo
Afixado por Soledade em fevereiro 5, 2005 02:29 PMAmigaTeatro, obrigada: pela visita e por me indicares o caminho para o Mundo à Janela. Novos trilhos, quando me habituei a percorrer sempre os mesmos, só pode fazer-me bem :-)
Um abraço
Um poema como daqueles que mais gosto, Sol.
Ótimo.
Ah, Sol, lindo o poema.Indisciplinado, eu diria : )
E vamos refazendo o perímetro do mundo.Repetindo os gestos neste trajeto helicoidal.Nunca e sempre os mesmos.
Beijos,
Silvia
Finalmente hoje consigo comentar. Venho tentando desde Le temps des cerises, sempre em vão. Belo poema, Sol. Estava com saudade. Quanto ao blog de Adair, vou lá.
Beijo grande.
gostei muito do poema. é como se fosse um trajeto onde as palavras são pensadas mas não ditas, as memórias e os entusiasmos vêm e se desfazem na disciplina (dos afetos?). imagino ainda que poderia ser uma reflexão sobre o ato de escrever onde a escolha das palavras passa por um crivo e assim muitas acabm por perder-se, na lembrança ou no silêncio.
um abraço,
virna
Belo, Sol, mas não tão disciplinado assim... Beijo e carinho.
Afixado por adelaide em fevereiro 9, 2005 03:33 AMQue dizer, Soledade? Mais um dos tais... tão profundamente simples e belo!
Afixado por Helena Monteiro em fevereiro 9, 2005 04:54 PMTentei realmente reproduzir (ou construir com as próprias palavras) esse trajecto helicoidal - a rotina do silêncio - um perímetro defensivo, estratégia de sobrevivência. Mas não tão disciplinada quanto desejaria, não, Adelaide, você viu bem.
Obrigada a todos vós, à Silvia, ao Adair, à Márcia e à Helena, amigos de sempre; à Adelaide e à Virna em cujos comentários aprendo sempre algo. E ao Jorge, com amizade.