gosto muito deste poema...tem cor e tem cheiros, e dá vontade de entrar nele e fazer parte dele, sermos mais uma personagem.
Gosto muito deste poema...
gostei e a natureza deve pensar como eu. que bom ser também por poetas assim alimentada
Afixado por lobo em fevereiro 23, 2005 10:50 AMA intimidade deste entardecer ultimo, com o prazer de umas botas confortaveis, uma limonada, um papagaio colorido da infância, o sabão cor de rosa, a toalha branca trazida pla noite, as passas e a lenha escondida, tudo de um requinte detalhista morno, agradável, permitindo, a quem te lê, de usufruir deste final mágico de um tempo sem tempo. Nunca tinha lido nada teu, com toda a certeza. E adorei. Espantástico.
Afixado por Nina em fevereiro 23, 2005 04:15 PME acordaste, com toda a certeza, de alma lavada por um sono que se adivinha ter sido tranquilo, sereno... Paz é o que me transmite este poema, aquela paz das coisas simples, como quando os verões, na minha infância, tinham exactamente os três meses que duravam as férias escolares, em que os dias, longos, longos, davam para nadar, imaginar aventuras e também dormir longas sestas... (ai as divagações... ai as saudades...)
Gostei, sim senhor! Muito!
As vezes escrevemos poemas maus quando comecamos por tentar fazer aquilo que achamos que um poema devia ser (em vez daquilo que a vida e, ou podia ser). Este e muito bom.
Afixado por RC em fevereiro 24, 2005 12:02 AMHá momentos da nossa vida em que todas as poesias do mundo falam de Amor, Solidão, Angústia, Morte. E nada mais. depois há momentos em que lemos textos assim e despertamos para uma nova realidade. Mais límpida. Mais "real". Que fala de coisas que todos vemos, mas que poucos (d)escrevem.
Acho que falo por todos se te pedir para continuares.
Um abraço, e força nisso!
Obrigado pelos vossos comentarios.
Fico muito contente que a vida não seja toda minha como eu às vezes a sinto, mas nossa.