Já sabes como gosto do poema...
Beijos
Para algo aparentemente desprovido de vida, as palavras são mesmo umas chatas, não são? :)
Afixado por Astrophil em março 14, 2005 08:57 PMMuito lindo o poema =P
Beijinhos e boa semana (a última, uff)
Soledade, este poema é a fragilidade da simplicidade que vai crescendo até esse magnífico "reluzir de malícia". Belo! Um abraço
Afixado por hfm em março 14, 2005 09:33 PMClaro, adorei, aquele traçozinho de ironia também se vê no poema, e depois lembrei-me, sabe-se lá porquê, de a Soledade ter dito que os melros eram uns goliardos, talvez como aqui as palavras.
Afixado por mb em março 15, 2005 12:03 AMPoesia. A minha fraqueza. Porque de tal estilo não percebo nada, já te tinha dito. Mas é à mesma um prazer ler-te. :)
Afixado por Ricardo Garcia em março 15, 2005 11:07 AM"Perigosas ou inocentes, e ambas as coisas o são"(E.Andrade), as palavras fazem negaças, seduzem quem e deixam-se seduzir quando e por quem querem: poema muito lindo (e precisa que lho digam?). Também fico como o Ricardo Garcia: vejo uma coisa linda, meto-a nos olhos e vou para casa a dizer: mas que lindo!
Beijo
Lembrei de ti no post de hoje, junto com alguns outros poetas queridos da rede. Não consegui falar de todos, com certeza. Queria organizar uma miniantologia desses poemas que iluminam nosso dia-a-dia, ainda chego lá, mas hoje, em homenagem ao Dia da Poesia, ficou só a menção. Um beijo por esse poema delicioso.
Afixado por adelaide em março 15, 2005 06:14 PMde tão pouco navegar, vou perdendo bons acontecimentos - escrever tambem não tem sido prioridade! belos versos estes teus - beijo
carlos p f
O tempo escasseia-me, deve-se respirar melhor na próxima semana (não é Sílvia?) Espera-se. Obrigada a todos por virem, lerem, por deixarem traços disso.
Paulo, são mesmo umas chatas, tão imprescindíveis e tão esquivas, as palavras. Como certas pessoas:)
Helena, o vermelho provocante de quem me diz: "Ora toca lá a ver se eu deixo!" Obrigada pela apreciação gentil.
MB, o que seria de mim sem a ironia, da qual sou o primeiro objecto? Sejamos pois como os melros e os goliardos, não nos tomemos demasiado a sério.
Jorge, "vi" a tua precisa metáfora, obrigada :)
Ricardo, deixemos a poesia e vamos ao que interessa: o Capitão está um gato! Não tenho conseguido comentar por lá, mas gosto muito do bom humor (e do mau-humor rs) e da alegria felinófila do teu blogue. Sentimo-nos em casa, lá.
Amigo Zef, que me traz sempre a tranquila sabedoria e o gosto das coisas essenciais - um beijo.
Eu vi, Adelaide, e sem estar a "trocar figurinhas", fico sem jeito: não me sei como lhe agradecer.
Carlos, saudades, há muito que não apareces no PSM
grande beijo
Que prazer descobrir-te e percorrer à velocidade de um olhar palavras e imagens que ficam cá dentro. Beijinhos e até amanhã.
Afixado por Teresa A. em março 16, 2005 11:11 PMOlá, Teresa, não esperava encontrar-te aqui, e afinal "why noty" (como diz a Zé G.), se isto é uma casa de palavras, e tu gostas de palavras? :)
Beijinho, té manhã e obrigada pela visita.
Eu tinha a certeza de ter deixado aqui um comentário.Às vezes me confundo.De qualuqer modo você sabe que gostei deste poema. Ah sim, gostei. Fez-me pensar, não sem um sorriso, que as palavras, estas coisinhas rebeldes, têm mais ironia do que pensamos, mais astúcia. : )
Beijos
As duas sabemos, Silvia :)
Beijo
Sabes quem eu sou? Nem podes imaginar!!!
Sou a dona dos pais da Jade.Estava "navegando" quando me deparo com teu blogue.Cheguei até ele por intermédio do buedagago que é meu colega aqui na escola secundária da amadora. Como o mundo é pequeno!
Já agoa aproveito para te dar os parabéns pela veia poética que não conhecia.
E já agora aproveito também para te convidar a visitar meu blogue: www.aritinha.blogs.sapo.pt. Claro que não tem o nível do teu, mas sempre vai dando para uns desabafos.
Beijinhos
Ana
Ana Maria, olá! Sim, o mundo é pequenino:) A Jade e eu sentimo-nos honradas! Como está o Micro, a Maria Amélia, as manas da Jade, toda a gataria? Ela está aqui comigo, no seu posto habitual. Muito gorda, imensa, gulosa, temperamental, parece um Garfield cinzento.
O buédagago é de um colega teu?! Adoro aquele blogue, visito-o quase todos os dias, rio-me imenso, é a nossa happy reality.E agora vou visitar o teu. Conhecendo o teu sentido de humor, vou-me divertir, de certeza.
Esquecia-me: a tua "neta" tem o seu próprio blogue: a Arca da Jade - se quiseres espreitar está nos links, aí ao lado.
Beijinhos meus e ronrons da Chadê
Visito o seu blogue com certa assiduidade. Nunca deixei um comentário, mas a verdade é que ele me encanta. Gosto muito da sua poesia e este "Jardim de Areia" foi mais um dos seus poemas que mexeu comigo: o sortilégio das palavras e a delicadeza e simplicidade de quem delas se "apropria" para escrever poemas tão belos como este, dá-me imenso prazer. Parabéns.
Afixado por Ana Gil em abril 12, 2005 07:37 PMAna, é muito bem-vinda! Fico muito grata pela visita e pelo comentário.
Um beijinho