Esta casa era verde, daí o meu livro "O Cão na Casa Verde". Só há muito pouco tempo está pintada de cor-de-rosa. Tenho imensa pena, porque para mim esta casa tinha de ser verde, não podia imaginá-la de qualquer outra cor, mas paciência, de facto já não tenho nada a ver com isso e não tenho outro remédio senão resignar-me. Pelo menos está bem tratada e toda pintada de novo. Por dentro está também impecável, mas modificaram coisas importantes, o que é uma pena, e o jardim práticamente não existe.
Afixado por isabel millet em fevereiro 25, 2005 01:48 AMMoro mesmo ao lado desta casa...ainda há poucos meses era uma oficina de motas...
Afixado por Magna em março 1, 2005 11:55 AMParece que funcionou no que foi a garagem, uma oficina de motos. É verdade. Agora foi feita uma casa de banho e creio que dividida em 2 partes. O que foi o jardim parece ter sido todo coberto de cimento. É assim? Pudesse nela ser criada a Casa-Museu Guilhermina Suggia. Assim hajam outras
vontades. Um Museu vivo, sítio de música e de músicos e amantes de música.
Quem sabe venha a ser realidade.
Já agora, e por curiosidade, sabia que nesta casa viveu e morreu Guilhermina Suggia? E o que sabe acerca desta figura ímpar da nossa cultura?
Afixado por vm em março 1, 2005 01:05 PMÉ, e verdade, o jardim foi todo cortado, limitado por muros e agora só existe um mísero quadrado. Construíram um barracão ao fundo onde cabia, parece, uma dezena de carros. Depois passou a funcionar aí uma oficina de motos, que foi há pouco desmontada, felizmente. Não sabia que tinham lá instalado uma casa de banho, embora passe pela casa todos os dias. Sempre é melhor do que a oficina de motos, mas quem me dera que deitassem abaixo o barracão. O jardim estendia-se todo para trás, e ao fundo havia um galinheiro grande. Do outro lado havia um terraço escondido por árvores, que dava para os quintais vizinhos. A meio do jardim havia um grande relvado e um pequeno lago hexagonal coberto de azulejos e com um chafariz altíssimo. Havia muitas flores, camélias, jarros, rosas, um canteiro de amores perfeitos, um morangueiro e até havia uma macieira, e xuxus, não sei se sabem o que é, uns frutos esbranquiçados, compridos. Também havia duas arrecadações e uma delas transformou-se depois, para mim, numa casa de bonecas.
Afixado por isabel millet em março 4, 2005 01:05 AM