Comentários: Uma casa que canta

Ora...assim é que é falar!

Beijos

Afixado por amélia em março 8, 2005 10:37 PM

aqui pela primeira vez, vinha dizer-lhe que o seu poema de inverno tem uma janela linda, mas como me deparei com esta casa que canta, não resisti em passar á frente da Amélia...que pelos vistos tambem canta.
Abraço

Afixado por ana assunção em março 8, 2005 10:43 PM

e pelos vistos, não consegui...

Afixado por ana assunção em março 8, 2005 10:45 PM

Pois: "por isso levamos a vida a cantar" - vira-se o feitiço... :-)

Afixado por Soledade em março 8, 2005 11:35 PM

Ana, seja muito bem vinda. A Amélia canta, sim, e bem. Passar-lhe à frente é difícil, que ela move-se rápida, talvez por não ser do tamanho da sua altura, mas do que vê :)
Um beijo

Afixado por Soledade em março 8, 2005 11:38 PM

Com a voz que me vem do coração: gostei muito! Mas a música chega-me de outro poema (anterior)! Se estiver errado, que me digam... :) Adoro o confronto comigo mesmo! ;)

Afixado por Orlando em março 9, 2005 02:28 AM

Nunca saio daqui de mãos e coração vazios... Um grande beijo pelo Dia Internacional das Mulheres, Sol.

Afixado por adelaide em março 9, 2005 02:28 AM

É de gostar das casas assim. São mais necessárias que as "úteis". Por causa do silêncio. Da música. Do "esfumado" também. O frio fica de fora.
Dois beijitos: um por cada casa.

Afixado por zef em março 9, 2005 02:14 PM

lindo poema, soledade. fala ao nosso íntimo. parabéns pelas visitas. é porque dá vontade de voltar sempre aqui: pela qualidade do seu trabalho, suas escolhas cuidadosas e gosto estético.
um beijo,
virna

Afixado por virna em março 9, 2005 08:11 PM

Orlando, alegra-me que oiça a música, é tantas vezes ela que me conduz ao/pelo poema. Intuitivamente, 1º; depois ponho-me à escuta, intencionalmente.
Um beijo
P.S: Não consigo comentar no seu blogue, parece que sou uma spammer, ou algo assim nocivo :)

Afixado por Soledade em março 9, 2005 09:46 PM

Adelaide, vc sempre tão gentil! Um beijo grande

Afixado por Soledade em março 9, 2005 09:49 PM

Gostei desses diminutivos. E agrada-me que lhe agradem as casas :-)
Um beijo

Afixado por Soledade em março 9, 2005 09:50 PM

Virna, eu não sei quanto tempo mais se conseguirá manter este blogue. Sempre que me disponho a encerrá-lo, porque me assalta o cansaço e o desânimo, ou por sentir que o projecto está concluído, algo acontece, como essa festa dos amigos. E o Nocturno ganha élan, sozinho. É engraçado. E algo exasperante. Mas foi por ele que cheguei, por exemplo, a si, à sua poesia, e ao Papel de Rascunho. Então vamos ficando um pouco mais :-)
Beijo grande, obrigada

Afixado por Soledade em março 9, 2005 09:58 PM

Sou a tua 20.001ª visita!! Pelos vistos descobri-te tarde, mas não a más horas!Hoje,exactamente. Por acaso.Mas quando me deparei com um "Nocturno com Gatos", tive aquele pressentimento de que não há coincidências. Gatos!? Só podias ser tu.
Passeei-me pela tua escrita,viajei pelos teus arquivos e lamentei a morte dos plátanos de Alcobaça, celebrados em Julho.
Boa noite

Afixado por Deo castelhano em março 10, 2005 12:24 AM

A minha iliteracia internética e blogistica levou-me a afixar a mensagem duas vezes!

Afixado por Deo castelhano em março 10, 2005 12:32 AM

Olá, Deo! Bem-vinda, colega, amiga e vizinha. E beirã! - para os amigos que lerem isto, a Deo é de Penamacor. Achei graça dizeres que não há coincidências. Gatos, pois... e com o rabo de fora :) Ainda bem que te ajudei a passar o serão.
Os plátanos. E as magnólias centenárias, em frente do Mosteiro. Uma dor!
Beijinho, até logo, talvez nos vejamos daqui a pouco, se fores ao teatro.
P.S.: Mas que iliteracia internética?! Acontece às vezes o comentário não entrar à 1ª e... Mas já apaguei, viste? ;)

Afixado por Soledade em março 10, 2005 02:06 PM

esta é uma casa diferente. uma casa de paredes tantas vezes transparentes. de janelas encantatórias, em que os nossos olhares todos espreitam. e lá dentro, acolhedoras, as tuas mãos. beijinho. J. (do outro lado da Extensa Madrugada)

Afixado por j.p. em março 13, 2005 06:06 PM

Jorge, para ti também um beijo, e a afirmação de uma cumplicidade, deste lado mais crepuscular talvez que nocturno, até à tua Extensa Madrugada.

Afixado por Soledade em março 14, 2005 03:35 PM