Oh...simplesmente encantador. As rimas nunca são fáceis, mas estas chegam-me com uma simplicidade estonteante...como é possível que funcionem tão bem e com tanta harmonia? Consegui imaginar duas lindas crianças, uma traquinas e adorável, a outra frágil, como o cristal, e forte de amor.
Adorei!
Obrigado, 'Senhora das Estrelas'. No que toca ao Miguel e à Catarina, como explicar... 'vou-me mesmo abaixo', a ternura fica aqui, à flor da pele...
E antes que eventualmente alguém mais deixe aqui algum comentário, só quero aproveitar para agradecer ao Nuno o ter publicado estes dois pequeninos poemas. Em nome do meu Príncipe Dourado e da minha Princesa Morena.
É a segunda vez(depois do lapso a terceira) que me atrevo a deixar um comentário.
Estes poemas primam pela grandeza do seu conteúdo.
Não sou mãe (ainda)...Mas sonho num futuro próximo, poder também escrever um/vários poemas/s
para semelhentes destinatários...
Permite-me Paulo, deixar um sorriso e um beijinho.
Afixado por Simples_olhar em março 11, 2005 12:25 PMDois poemas em um dirigido a dois seres únicos... Paulo, felicito as tuas palavras, mas mais do que isso, congratulo o sentimento de amor e o orgulho paternal que nelas brilham. Parabéns e um grande beijinho para o Miguel e para a Catarina, os responsáveis por todo esse brilho, por toda essa luz!
Afixado por Teresa em março 11, 2005 02:12 PMvamos saudar os dois princepes. na verdade o que importa é que façam o pai feliz e que sejam felizes. um beijo grande
Bonitos poemas Paulo. Gostei imenso das imagens. Os filhos tiram-nos toda a capacidade de sermos objectivos. Para bem de nós.
Afixado por Nancy Brown em março 11, 2005 05:41 PMAs crinaças são o fruto do amor... e eu já disse... o amor faz o mundo andar à roda...
Afixado por D Quixote em março 18, 2005 10:29 AM