Querida Sílvia
Vale a pena esperar pelos teus textos. Dizem tanto a muitos, como te dizem a ti o que sentes.
Um beijo
Daniel
quando não sei o que dizer e fico em silêncio apenas é porque acabei de ler algo de que gostei muito. Cada vez que aqui venho encontro aquela que encerrei em mim nas palavras tuas. uma certeza: virei sempre. Ainda que me remeta ao silêncio
Afixado por lyra em março 14, 2005 11:10 PMQuerida... devoro cada palavra tua, sinto a a penetrar me no meu corpo, mergulhando na minha mente
fazendo me sorrir
Um beijo doce e um abraço bem apertado
Rose**
Afixado por black rose em março 15, 2005 12:36 AMGostei muito do teu blog.
www.poesias-minhas.blogspot.com
"Grito" aqui, grito "aí", O GRITO. Tuas palavras me fazem refletir, e lembrar de coisas minhas outrora escritas. Teu "post" anterior me fez recordar de um poema do qual gosto muito, porém, por ser teus textos extremamente subjetivos, implicando somente a ti a realidade das palavras, não se sabe bem a natureza, somente os sentimentos. Deixo-te aqui abaixo um trecho do meu poema:
"Escuto minhas palavras se dissiparem ao eco do silêncio,
Vejo as lembranças como lacunas para preencher seus erros,
Sentimentos escritos, nunca ditos, nesse vazio que nos separa,
Desejos reprimidos pela realidade a fora".
(...)
PD: tomei a liberdade de te linkar em minha página, espero que não se incomode.
Beijos.
Afixado por Deni em março 15, 2005 02:55 AMSimplesmente sublime. Gostava de contemplar esse momento de inspiração, é calmo, nervoso, contrói-se aos poucos, ou sai tudo de repente ?
Um beijo em silêncio.
Esperança+vento=asas imensas de liberdade e ispiração.Em sintonia contigo fada incandescente.Vénia ao texto e ao regresso à margem do lago das verdades perenes.**
Afixado por hirondelle em março 15, 2005 11:20 AMinspiração
Afixado por hirondelle em março 15, 2005 11:21 AMPor sorte as tuas lágrimas agregam-se até formar novas palavras que com asas parecem voar. O teu silêncio é um lago que começa na tua garaganta e acaba na boca. Na tua boca há uma ondulação que quer ser tempestade com raios que são gritos, granizo que são lágrimas. E essas ondas espalham-se pelo universo levadas pelo vento por passos voados tão perto do solo mas sem nunca o tocarem.
Beijos
o silêncio é um ruido...
Afixado por Luis em março 15, 2005 04:49 PMEmbrelha-te...embrenha-te na folha de papel negra...poderás passar testemunho...de tudo o que és e já foste. Mergulha de braços erguidos...faz escorrer a tinta plas tuas veias...e baila sobre o papel desenhando as memórias...os desesperos...as lágrimas mas também as crianças...um sorriso...um fio de cabelo ao vento...porque aquilo por que bailares serás tu...e isso ninguém pode tirar. Ver-te bailar assim...é belo. Baloiça no parque ainda que ninguém te veja...baila sobre a areia fina daquela praia ainda que ninguém o saiba... Não tenhas medo...és um ser...existes...baila...baila Sílvia...não deixes nunca de bailar...na praia...na escuridão...envolta em lágrimas...numa qualquer folha de papel...mas baila.
Beijo enorme
Afixado por Luana em março 15, 2005 05:53 PMSílvia,
É essa esperança renovada depois de percorrido o Hades que o poeta nem sempre consegue renovar. Muitas vezes, ou deus cessa de murmurar palavras de conforto, ou nós perdemos essa audição mística. Admiro-te porque, sendo tu verdadeiramente poeta, tal não te acontece.
Beijos
Pena nem sempre aparecerem vultos para nos confortarem, dizerem que não faz mal, que as asas secam...
Afixado por ebola em março 16, 2005 10:37 AMEstava aqui a pensar numa coisa diferente para dizer. hum.... vou ser original. Gostei. ...Pronto não fui original....passa a escrever porcarias para eu comentar de outra maneira. Eheheheh :D
Afixado por Ofeliazinha em março 16, 2005 02:16 PMPoético, e profundo...!
Afixado por Paula em março 16, 2005 04:32 PMuau... ler-te é descobrir um mundo... lindo, simplesmente lindo...Volto sempre...
Afixado por soldeinverno em março 17, 2005 10:01 AMGostei. Estava a precisar de ler algo assim profundo e sentido...
Abraço ;-)
Afixado por Menina_marota em março 17, 2005 12:02 PMMuito belo, Fairy! É muito bonito vermos um texto que retrata um processo de redenção, uma renovação luminosa, num talento impressionante. Parabéns!
Afixado por Dora em março 17, 2005 05:02 PMnão faz mal tu seres
não faz mal acreditar
não faz mal tu escreveres
não faz mal gritar
o futuro
numa alva esperança
clareia cedo
lambendo(te) as asas