Auto-preservação. Se uma só memória se há-de guardar, pois o mais é lastro, ainda que (ou porque?) de dias felizes e tardes de doçura, por que não esta, onde circula largo e incólume o ar do monte dos moinhos?
Belo poema, Carlos, e a foto não lhe fica atrás.
Gostei mesmo muito, Carlos.Posso colocar na lista?
Um beijo
Cada verso é uma esfinge ter falado.
Mas quanto mais explícito ela o diz,
Mais tudo permanece inexplicado
E menos se apreende o que ela quis.
[...]
Reinaldo Ferreira, Poemas
Amo a fotografia. Ouso levá-la para a juntar às recentes fotos que eu própria fiz de moinhos. Não com resultado tão belo!
Bj por este regresso em força!
MFB
Belo poema , para linda foto:) bjs
Afixado por wind em março 30, 2005 02:31 PMEncantador, Carlos. Essa zona, foi o meu destino por uns dias, na semana passada.
Um abraço.
Há coisas que nos fazendo mal recordar, não nos saem da cabeça...
Bom fim de semana.
O tão esperado regresso, vale sempre a pena aguardar :)
Bjs
Afixado por Mónica em abril 1, 2005 05:01 PMBelíssima edição!
Com um significado especial para mim, pois
recentemente, andei por essa região, que conhecia muito mal. Com calma, bom tempo, também fotografei paisagens, moinhos, pessoas... Ah! Como sou muito gulosa, comi excelentes doces. :-)
Abraço. T.
Gostei de me "acoitar" neste monte dos moinhos. Um abraço Helena
Afixado por hfm em abril 2, 2005 03:49 PMA maneira como parte do teu blog descreve Lisboa, faz-me recordar o poema (atenção, digo o poema) que adoro de Sérgio Godinho (embora a música também seja mto bem conseguida) "Lisboa que Amanhece".
Gostei da ambiência do poema e do simbolismo que lhe atribuís.
Abraços
Afixado por João em abril 3, 2005 12:58 AMAcrescentar ainda a qualidade do que escreves caso isso não tenha ficado bem explicito no meu comment.
Muito Bom.
Abraços.
Afixado por João em abril 3, 2005 01:00 AM