Comentários: Tantas...

Tanta vezes a cantarinha vai à fonte que há-de lá deixar a asa.

Parece-me que é assim...

Um abraço,
Francisco Nunes

Afixado por Planície Heróica em abril 4, 2005 09:11 PM

"Daqui lavo as minhas mãos" (Isso foi o que ele pensou.Ora vejam...)

Afixado por em abril 8, 2005 02:22 AM

Inês, teu nome fica recordado
De amores quase imortais mas tão distantes
Escrevê-lo é avivar-mos a memória
Da história das histórias do passado
Sonhando agora, Inês, como eras d´antes.

Bjs

Afixado por em abril 8, 2005 02:40 AM

Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá deixa a asa.
Emília.

Afixado por Emília em abril 10, 2005 07:44 PM

Pois é,mas isso só acontece aos azelhas.E agora já não há cantaros de barro, e água corrente não mata agente.

Afixado por Salema em abril 14, 2005 04:09 PM