Quem é Heinlein?
Afixado por Júlio em abril 22, 2005 01:20 AMJá várias vezes tenho vindo aqui e não me aparecem os textos, apenas a zona dos comentários e as imagens dos quadros. Faz alguma ideia porque é que isto acontece? Mais alguém se queixa?
Afixado por Manuela em abril 22, 2005 01:52 PMSim, Manuela. Tenho de averiguar o que se passa. As pessoas que se queixaram não usam o Internet Explorer. É o seu caso? Usa outro browser?
Afixado por Soledade em abril 22, 2005 02:00 PMJúlio, Robert A. Heinlein foi um escritor de ficção científica, um dos grandes escritores desse género específico da narrativa - a literatura de antecipação. Entre os seus livros mais conhecidos destaca-se "Estranho numa Terra Estranha". Em Portugal, a maioria deles foi publicada na mítica colecção Argonauta (com traduções/revisões muito descuidadas, devo advertir) e na colecção de ficção científica da Europa-América. Há pelo menos um também pela Editorial Caminho.
Pesquisando na internet, encontras inúmeros sites, em inglês e português, sobre Heinlein.
Se gostares do género (não me refiro a space operas),recomendo-o vivamente: Heinlein interpela-nos sempre, mesmo - ou sobretudo - quando discordamos dele.
surpresa das surpresas...
Vou responder, lá isso vou.
Só tenho de descobrir o que é o Fahrenheit 451 (se isto for uma grande vergonha, por favor apague o comentário, Soledade)
Já agora, acho que vou rever essas perguntas difíceis, estou cá a pensar que ainda são POUCAS.
:-)
boas leituras, continuarei então esta estafeta
Vergonha nenhuma, Sete Sóis, coisas de geração. "Fahrenheit 451" é um clássico da ficção científica, de Ray Bradbury, que deu um filme de culto, de Truffaut: numa opressiva sociedade do futuro, os livros são proibidos e queimados. (Fahrenheit 451 é a temperatura a que o papel entra em combustão). Há resistentes: os que escondem livros em casa; e, de uma forma mais subtil, os que se transformam em livros - memorizando-os. Estes assumem como obrigação "disponibilizar" e transmitir a memória. Um bombeiro, cuja função é queimar livros, começa a questionar-se sobre o seu trabalho e, à medida que o faz, entra em crise consigo, com a família e com a sociedade. Ao longo do processo, vai desmontando os mecanismos de coerção do mundo em que vive.
A pergunta, portanto, é: que livro escolherias tu ser e memorizar, se vivesses nesse mundo?
Quanto às tuas próprias perguntas, vê lá o que me arranjas! :) Estou fora, ligo-te amanhã.
Beijinho
Engraçado é ver que, aqui ou aí, sempre se escolhe, entre os três, alguém do outro lado do mar. No meu caso, escolhi um amigo do sete-sóis, que é meu amigo também.
Saudade de vc, Sol.
Beijo!
Ah, as minhas, estão no mudança de ventos.
Afixado por Márcia em abril 24, 2005 05:53 AM{ ... naufrago em ilhas nunca antes visitadas © de[mente] ... }
Afixado por de[mente] em abril 25, 2005 08:18 PMA esta hora ainda é dia vinte e cinco.
Um beijos cheios da festa.
O mar é - e não é - fronteira, Márcia, tantas coisas nos unem.
Sim, vi que "nomeou" o João:)
Beijo e saudades também
Obrigada pela visita, de[mente]. Passei pelo teu espaço, mas meteórica. Vou regressar
Afixado por Soledade em abril 26, 2005 12:14 AMAmigo Zef, ainda era 25, tempo de lembrar a "maré alta" - um beijo festivo e afectuoso.
Afixado por Soledade em abril 26, 2005 12:16 AM