Comentários: Déjà Vu

Feliz por estar aqui e poder ler de novo um poema belíssimo teu!Beijo grande, amiga e poeta!

Afixado por amélia em abril 26, 2005 12:57 AM

Mais um bonito poema! beijinho!

Afixado por ana assunção em abril 26, 2005 02:03 AM

obrigada pelo blog. Sabe passear à noite com os teus gatos por companhia. Peço emprestada a música que tens no blog, se não te importares. É fantástica.

Afixado por filipa alexandre em abril 26, 2005 02:44 AM

Procure no coração o que eles lhe disseram :)
O poema tá muito lindo!
Não percebi a parte do chorar, chorar porquê?
Diz que procurou no poema respotas mas que nao encontrou, pois, ninguém encontras respostas no Passado se se distânciar do Presente e como Pessoa diz, nunca vemos duas vezes a mesma coisa. Uma sensação de Déjà vú, é apenas uma sensação nada agradável por vezes, que o nosso inconsciente nos transmite, podendo não estar de acordo com a realidade.
Eu cá fico à espera de um poema mais alegre, como espero que sejam sempre os seus dias, happy.

Um mimo

Afixado por Sílvia em abril 26, 2005 09:28 AM

Um diálogo entre dois momentos - límpido, depurado, poético!

Afixado por hfm em abril 26, 2005 05:12 PM

Obrigada, Amélia, Ana, Helena, Filipa, Sílvia. E um beijo às cinco.

Filipa, bem vinda desde as tuas belas marionetas:) Podes usar a música, é claro, o gosto é meu.

Silvia, o poema é, como diz a hfm, o encontro de dois tempos: folheia-se um livro e surge a memória de dias longínquos em que esse foi um livro de cabeceira; associada a essa memória, acodem outras, entre elas a de uma criança que chora porque acontece que as crianças às vezes choram. O resto é perplexidade: à distância de tantos anos, já não se percebe sequer a razão pela qual o livro foi importante. É assim, as coisas gastam-se-nos. Portanto, parece que concordo contigo: ninguém encontra respostas no Passado, se se alienar do Presente. Mas deixa-me dizer-te que a inversa é também verdadeira.
Quanto ao sentimento de déjà vu, esse erro de percepção (que no título do poema não está em sentido estrito)parece que afinal as aulas de Psicologia, e tal... :)
Beijinho grande para ti.
P.S.: Gostei da "cara" nova da Sombra do Sol. Parabéns.

Afixado por Soledade em abril 26, 2005 09:55 PM

«porque acontece que as crianças às vezes choram.»

...acrescento: e às vezes aos adultos acontece-lhes também chorar...

Quando e sempre que:

«A tristeza das coisas que não foram
Na minha'alma desceu veladamente.»

[Mário de Sá-Carneiro -Estátua Falsa]

No resto, estou com a Soledade, também.

Afixado por amelia em abril 26, 2005 11:21 PM

Sim, concordo também com o facto das crianças chorarem (a não ser que...) e também que os adultos choram, e há quem diga que chorar faz bem.
Há certas respostas que são procuradas no passado e que não têm sentido fora do contexto actual.Há o contrário, mas estamos a procurar coisas num tempo já morto, e os mortos não falam!
Há sempre certos livros que mesmo com o passar dos tempo ainda ssabemos a razão pela qual são importantes, a turma (maior parte dos elementos) fizemos um livro de recordações no 4ºano, e eu sei que daqui a muitos anos olharei para ele, lerei o que escrevemos e irei sentir o que sentia naquela altura! Esses livros assim são importantes e mesmo que não nos lembremos o porquê1 de ele ter sido importante, saberemos pelo menos que o foi e que nós fomos felizes sabendo isso quando foi a sua altura :)
Isto é uma mera opinião de criança =P

Jinhos

P.S.: Deu uma trabalheira, mas acho que ficou bacano! Mas preciso de falar consigo acerca da Sombrinha, mesmo muito a sério. Eu depois procuro-a e roubo-a dos seus afazeres :)***

Afixado por Sílvia em abril 27, 2005 09:42 AM

Quando quiseres, Sílvia :)
Beijinho

Afixado por soledade em abril 27, 2005 11:31 AM

Obrigada pela visita. Foi realmente difícil selecionar um poema do Adair :-) Gosto muito dos seus poemas, venho sempre aqui lê-los
Um abraço

Afixado por neysi em abril 28, 2005 12:09 AM

Olá!
O passado como sempre, senhor de recordações de tempos já passados, de mágoas vividas, de alegrias e festas e risos!O passado a nossa marca no palco no mundo, um passado que as vezes ajuda a segurar o problema do presente...passado de eterna lembrança, para sempre marcada em cada um de nós!
Muito lindo o seu poema, embora com um fiozinho de tristeza e nostalgia!
Beijinhos!Gostei do seu blog!

Afixado por sandra em abril 28, 2005 12:32 AM

O poema é belo, muito belo. Creio que retrata o que tantas vezes nos acontece não só ao ler um poema da nossa predilecção ou um livro, mas também ao revisitar um lugar mágico da nossa infância ou ao rever um filme que nos empolgou. Já nada é aquilo que foi então. Porquê? Não sei...ou sou suficientemente "preguiçosa" para não querer saber.
Termino como comecei: é um belo poema e acrescento: a Soledade é uma grande poeta!

Afixado por Ana Gil em abril 28, 2005 01:53 AM

Olá, Neisy, o Adair só tem bons poemas - não é exagero meu. É um esteta e um poeta exigentíssimo.
Obrigada por vir aqui.
Um abraço

Afixado por Soledade em abril 28, 2005 11:22 PM

É isso, Sandra: restaurar o tempo fracturado. Com um fiozinho de melancolia à mistura. Obrigada pelas palavras, pela visita.
Bj

Afixado por Soledade em abril 28, 2005 11:26 PM

Ana, talvez porque não existe regresso - nunca regressamos, ou, se tentamos fazê-lo, nós já não somos os mesmos. Há aquela frase que aqui citei muitas vezes: "O passado é um país estrangeiro". Acho que é isso que a Ana diz. E não a acho nada preguiçosa :)
Um beijo, obrigada

Afixado por Soledade em abril 28, 2005 11:31 PM

chego aqui através do adayr que nos brindou, os do grupo katarse, com um poema seu.

belos, belos poemas. e um nome próprio para poesias: soledade.

Afixado por esther em abril 29, 2005 11:03 PM

HUmmmmm!
Só uma pergunta, porque pensamos tanto no passado??
Já fiz as arrumações, na vida e também na Sombrinha. Não deu para falar consigo esta semana, mas para a próxima não escapa, ainda lhe estou a dever um lanche :)
Beijinhos fofos

Afixado por Sílvia em abril 30, 2005 01:41 PM

...e já soma 24006 visitas...VIVA!!!!

Afixado por amélia em abril 30, 2005 03:24 PM

Arrumaste a vida?! Ah, menina arrumadinha :)
Do passado e tal falamos ao lanche.
Beijinho

Afixado por Soledade em abril 30, 2005 05:23 PM

Esther, obrigada por ter vindo e ter dado notícia. O nome é o que me deram, não tenho nenhum mérito aí. E o Adair é um belo amigo, de cuja amizade me orgulho muito. E poeta de primeira água, como sabe.
Abraço

Afixado por Soledade em abril 30, 2005 05:28 PM

24.000, Amélia? Gatos! :) Vamos implodir esta coisa?

Afixado por Soledade em abril 30, 2005 05:31 PM

Sou absolutamente contrária - e militantemente também - à destruição do património, nocturno ou diurno, com ou sem gatos...
Se necessário pede-se uma providência cautelar, contando como o advogado destas causas de interesse público José Sá Fernandes

TENHO DITO.


(além de que já vai em 24046)

Afixado por amelia em maio 1, 2005 10:23 AM

Quanta verdade neste poema magnífico!
Gostei muito!
Peço desculpa pelas dificuldades de comentar no meu blogue, mas penso já estar resolvido.
Beijinho.

Afixado por Margarida em maio 2, 2005 01:35 PM

O poema é ótimo. Musical. A memória é tantas vezes um espanto.E a estrofe final,um achado, daqueles. Gosto tanto.
Beijos,
silvia
ps: ah sim, gostei também dos comentários todos, e sorri. vc deve adivinhar porquê... : )

Afixado por Silvia Chueire em maio 3, 2005 01:00 PM

Pronto, Amélia! Vamos manter isto, que mais não seja para tu ires contando... gatos (há quem conte carneirinhos). Esqueci-me do ábaco. Mas não perdes pela demora :) E para quem se estreou (depois de muito empurrão) há tão pouco tempo num barco de flores, já somas muitos miles. Ora vou começar a estar atenta às tuas flores, como tu aos meus gatos :)

Afixado por soledade em maio 3, 2005 07:55 PM

Obrigada, Margarida. E não há nada a desculpar, os sistemas vão-se protegendo como podem e os filtros são pouco discriminativos. Aqui no weblog também, onde volta não volta há "ataques massivos". É esquisito, na net como numa guerra. Mas gosto muito do Bloguida e custava-me ser barrada. E ainda por cima dizerem-me que eu tinha "bad karma" :-O
Um beijinho

Afixado por Soledade em maio 3, 2005 08:02 PM

Silvia, foi um dos poemas em que a música me "levou". Você sabe. Quanto às coisas da memória, também você sabe. E o seu sorriso, posso adivinhar. Não é uma ternura? :)
Beijo

Afixado por Soledade em maio 3, 2005 08:06 PM