A lógica do rapaz é verdadeira. O mal é que os dirigentes não possuem, por regra, humildade para entenderem e aceitarem a situação.
E o conselho (que a mim mais me pareceu uma ameaça!!!) serviu-lhe de alguma coisa? É que quanto ao estado das coisas e falando dos "criados" tudo continua igual, diria mais, está tudo pior. E eles querem lá saber se sou eu que lhes pago o ordenado!!!??? Fique bem,
Nunca gostei da ouvir a expressão "criado" embora esta fosse em tempos muito usada pelas casas ditas
senhorais. Julgo que o mal é exactamente esse a maioria dos funcionários públicos quando estão no exercício das suas funções nunca se lembrarem que o seu patrão é quem lhes paga os vencimentos e isso é assegurado pelos contribuintes. É que essa mania de afirmarem que são funcionários do Estado, esse estado não é abstrato é bem concreto somos todos nós. Com um abraço do Raul
Esta história da vida real fez-me recordar o meu avô que apesar da pouca instrução também tinha o dom da palavra, qualidade que sempre lhe admirei. Cheguei aqui através do Grão de Luz e gostei muito do conteúdo do blog. Vou voltar.
há muito tempo que não lia uma história tão deliciosa.
um abraço, joão.
volta e meia deparamos com historias bem contadas no meio da blogosfera. gostei mto do texto,parabens!
Seria impossivel não sorrir enquanto passava os olhos por estas palavras tão enternecedoras...
(Re)lembrei-me porque é que as crianças são tão carismáticas na palavra, nas acções, nas emoções...falam verdades sem hesitações e veem-nas onde nós adultos (muitas vezes) já as esquecemos.Voltarei, bjocas.
Áh...esqueci de mencionar que tb cheguei até aqui através do Grão de Luz, um blog que me apraz, muito, tal como este.