essa fuligem deixou um rasto de saudade do pó que mesmo nada sendo, constrói identidades....e és o eu e o oposto no enorme jogo que é a vida jogando contra o tempo. Obrigado por mais este momento chamado João Natal.
Afixado por Nina em abril 29, 2005 08:27 PMTriste,porém está lindo!
também posso ser cliente deste café? É lindo e gostoso!
Afixado por ms em maio 1, 2005 01:43 AMGeralmente não costumo fazer comentários, quando faço, faço-o em relação ás coisas que gosto ou quando penso que esta ou aquela pessoa tem grande capacidade e de repente pela graça da nossa senhora da asneira a inspiração delas vai-se como o vento. Quero dizer-te Joao que não gosto deste poema e não é por ser triste e nem é por ser pesado é somente por ser uma tentativa de palavras mecanicamente arrumadas. Quero ainda dizer que tenho saudades de outros natais, de outro joão natal. E digo ainda que tenhas fé no amor, que tenhas fé, porque eu tenho fé que irei ler bons poemas teus, porque não quero estar no velório, nem cheirar a óleo. um abraço
Afixado por lobo em maio 1, 2005 10:33 AMÉ um poema muito triste... Dá-me a sensação que estás de ressaca, num momento em que tudo parece feio e enviezado, mas não te esqueças que ter Fé é Acreditar sempre, principalmente nos momentos mais desesperantes.
Força e um abraço!
Afixado por Maria em maio 1, 2005 12:35 PMBelíssimo esse seu espaço poético. A frase de introdução é perfeita. O olhar realmente diz muito mais que mil palavras, o olhar, na verdade, são as verdadeiras palavras que nunca conseguimos dizer, mas que sempre deveriam ser ditas. Parabéns!
Afixado por Vinni Corrêa em maio 1, 2005 02:44 PMlobo, andas mais negro que qualquer poema, mais amargo que a lágrima dos amantes numa despedida...o poema fala de desesperança e da morte do amor, de um ideal perdido e, não é por isso certamente que perde a força e a expressão dos sentimentos...isso é mania de perseguição?!?
será que tu não escreves em momentos de angústia? será que tens medo que possam julgar as tuas lágrimas ou dor? a poesia é o todo, não só os sorrisos, e creio que através da concretização das ideias que podem bem ser sentimentos se atinge uma espécie planura...mas, claro, esta é só a minha opinião...e apesar das manchas negras do joão natal, eu senti vontade de sorrir outra vez, não me deixei ficar no cheiro de velas da desesperança momentanea do joão natal...pq tenho sempre o meu livre arbitrio e a alma, essa estará sempre pintada de branco...hey, não andes a bater como quem morde...fá-lo beijando, se é isso que queres fazer...o efeito será mais produtivo...e momentos são apenas momentos, pal...para todos, tb para ti, que não tens a ousadia ou covardia de chorares no papel. Beijo. (tterei perdido a tua amizade?) se assim for, prepara-te para começar a encher-te de emails com poesias de fazer chorar o céu...Nina saindo do poetry de lenço branco na mão...just an opinion, ok?
"Somos cinza à procura de sentido
Brasa que ateia ao passar o vento do tempo
Mas que o tempo apaga sempre"
Como me revi nesta dança de chamas e de cinzas daquilo que sentimos...
É curiosa a sensação quase profana que subtilmente aparece nas tuas palavras. Os óleos, as cinzas, a cera...
Estar morbidamente triste também faz sentido, para que depois a vida ganhe nova côr.
João Natal, ADOREI!
Beijinhos grandes.
Estela.
Afixado por Senhora das Estrelas em maio 3, 2005 10:15 AM