...sempre tão bonito, Sol!
De repente (se calhar não será muito ajustado) o «Eu posso lá morrer, terra florida!» do Afonso Duarte.
Apesar de ser de leitura "difícil", este blogue é um espaço de uma beleza muito própria, a começar pelo nome. passo cada evz mais por aqui. beijo.
Afixado por Karin em maio 9, 2005 04:33 PME eu continuo sem ter texto...
Afixado por Manuela em maio 9, 2005 06:21 PMManuela, não consigo resolver a situação. É um problema com o CSS, e os "bombeiros" do weblog.pt não conseguem ajudar-me. Vou fazer update para o Movable Type 3 em breve, e mudar o template, talvez resolva. Mas para isso preciso de pc (agora não tenho) e de tempo (tb não abunda). Lamento. E obrigada por vir, mesmo assim. Um beijinho
Afixado por soledade em maio 10, 2005 10:37 AMObrigada, Karin, fico vaidosa, por vir de ti essa apreciação. Beijo
Afixado por soledade em maio 10, 2005 10:39 AMTalvez "eu podia lá morrer", Amélia. Mas a eternidade do instante é a única que conheço, como o Vergílio Ferreira, muito a propósito citado hoje aí ao lado, no Citador. Então é só uma questão de tempos verbais.
Beijo
Nunca inúteis Soledade :)
Afixado por Ricardo Garcia em maio 10, 2005 02:32 PMTens razão, Ricardo, também não gosto do qualificante "inúteis". É escusado. Obrigada por me chamares a atenção para um óbvio excesso. Vou rever o poema.
Beijo para ti e festinha ao Capitão :)
gostei de ler esse poema hoje, soledade.
um beijo,
virna
Obrigada, Virna :)
Beijo
agora passo mais tempo junto ao mar,e é da ericeira que envio nota de agrado pela poesia que tens feito
beijo carlos p f
Não revejas, Soledade. Nem foi com essa intenção, livra! :)
Simplesmente, acho que palavras - mesmo aquelas que proferimos no silêncio do nosso raciocínio - nunca são inúteis.
Que descanses junto ao mar,Carlos
Bj
Fizeste-me rir, Ricardo:) Sei que não era tua intenção levares-me a rever o poema, mas sim questionar a avaliação que nele fazia do próprio poema. No entanto, fizeste-me pensar, vindo ao encontro de um desagrado que eu já experimentava antes. Estava a mais, aquele "inúteis". As flores secas já traduzem o "sem remédio", como costumo dizer. Não te preocupes. Estou sempre a refazer os poemas.
Beijinho meu, cumprimentos da Jade :)
Um novo poema, uma nova surpresa. Continuo a gostar...muito. Parabéns.
Afixado por Ana Gil em maio 12, 2005 02:47 PMPedindo perdão ao povo da casa: Amélia, continuo por onde tenho andado; a minha caixa de correio é que anda a fazer-me patifarias: nega entradas sem explicações. Ainda não percebi o que se passa. Alguém quererá ocupar Pasárgada? - terá bom gosto... É certo que também sou um nabo nestas coisas.
Sol. Este poema levou-me a visitar a página de 14 de Fevereiro.
Beijos
Obrigada, Ana, sempre gentil.
Um beijinho
Zef, sim, este poema e a entrada do dia 14, é verdade. Fez-me sorrir a sua atenção. Obrigada :)
E vamos lá para Pasárgada, onde somos amigos do rei! Mas nem isso nos ajuda - o meu correio também não tem estado a 100%. Sapices.
Um beijo
Já podes apagar a mensagem para o Zef...
Mas, a propósito desta 3ªversão do Em tempo.Eu gostei mais da segunda, aquela em que prescindiste do inúteis...não vejo necessidade do adjectivo...
Caramba, um poema leva muitas voltas antes de ser dado por Feito...:)
Beijos
Um primor, o poema.
Quanto às palavras vãs, andei também falando delas nestes dias. Um poema nunca é absoluto nas conclusões, não é verdade ? É uma fatia.
Beijos
Silvia
É verdade, Silvia, o poema tem este carácter, preside-lhe uma eterna insatisfação.
Tenho de ir ver o que se passa por aí, ir ler as suas palavras vãs. Continuo sem computador, acedo esporadica e rapidamente, nem ao buteco tenho ido, tomar um copo com os amigos :(
Beijo
Amélia, vamos deixar agora o poema sossegado: work in progress :)
Beijo
é mesmo...mas o trabalho que dá...Nove anos encerrado esteja o livro/mas depois de encerrado hás-de limá-lo -dizia o António Ferreira.Mas este, que é tão bonito, em qualquer das formas, não vai ficar 9 anos encerrado -os tempos agora são bem outros...
Beijinhos
Odeio quando escreve palavras de semântica vâs, RRrrr! Qual vâs qual quê, ai! =P
Um bom fim de semana e uma boa semanita já agora. O tempo anda a ser pouco :( e posso depois não ter a oportunidade de a desejar!
Jokitas e aproveite o Sol e quiça a Chuva também :)
YUPPI!Bodas de prata da casa .Sou a visitabte nº 25 026.
Parabéns á nossa anfitriã!
For she is a pretty good fellow,
For she is a pretty good fellow,
For she is a pretty good fellow,
Nobody can deny...!
Uma tacinha de vinho tinto em louvor da Sol e de toda esta roda.
Afixado por zef em maio 14, 2005 10:23 PMGostei do poema!!Boa semana!Beijinhos!
Afixado por sandra em maio 15, 2005 06:59 PMSílvia, começas a preocupar-me: "palavras de semântica vã"?! E ruges e tudo! Fazes favor de te lembrar da teoria da intelectualização das emoções, sim?! E vamos ter tempo para falar tranquilamente, vamos, sim senhora, sem ser um olá de raspão no corredor. Agora prioritário é estudar para os exames, mas nada acaba aí. E há um verão inteiro à tua espera :) E até à minha espera também, quem sabe?
Beijinho, boa semana para ti.
De volta e atrasada mais uma vês para as festividades dos 25.000, mas com muito sol que por esta via virtual será com certeza fácil de aí chegar para partilha. O seu poema é belo! Ponto!
Beijinho
Obrigada, Sandra. Boa semana para ti também.
beijinho
Vamos a esse copinho de tinto (virtual por ora), para celebrar mais uns gatos :)
Vocês são demais, Amélia, Zef, Ana e todos.
Um abraço colectivo
:( Nã queria preocupar! E o RRRss pode não ser considerado um rugido, há quem utilize para uma grande risada(os brasileiros usam), tipo LOL! :P
Roubei-lhe o poema "Definitivo" para ilustração de uma das fotos (é o terceiro que roubo). Espero que não se importe (beicinho de bébé)!
Jinhos ***
Em revisita a este sítio, o último verso gosto mais dele assim.
Um beijo (não sei se este comentário vai ser inútil...)
Nada inútil :)
Um beijo, Zef
Sílvia, deixa lá os rugidos e o beicinho de bebé. Tenho de ir ver as tuas fotos e como as "cruzas" com os meus poemas.
Beijinho