Gosto do poema (eu gosto genericamente de Borges),gosto do quadro.Perfeito.Beijo
Afixado por amelia em maio 1, 2005 06:31 PMVenho lendo com mais atenção a poesia de Borges ao longo dos últimos anos, e o apreço tem aumentado. Delvaux (os nocturnos, as mulheres brancas e as desoladas estações de caminho de ferro) é um amor antigo. Aqui não há mulheres brancas, em vez delas, a lua; e a jovem de costas, na estação deserta. Estes dois - poema e quadro - parece que foram feitos um para o outro.
Bj
sabe bem revisitar a poesia do Borges. bj
Afixado por ângela em maio 2, 2005 12:29 PMBelíssimo post, Soledade. Borges é imenso. Do post anterior, copiei teu poema. É daqueles que é preciso ler mais de uma vez, em diferentes momentos. Nem sei por quê, mas você é a primeira amiga virtual a quem o digo: começo a respirar com dificuldade no blog. Um beijo.
Afixado por adelaide em maio 3, 2005 03:34 AMO poema é uma beleza, uma idéia fantástica, a da lua colmada pelo pranto.Lua espelho...
A imagem vai tão bem com ele.
Beijos,
Silvia
Sabe sim, Ângela. Tenho descoberto coisas lindas, que me escaparam a primeiras leituras mais desatentas. Será do tempo que me levou na direcção do poeta cego, guardião de livros e memórias no labirinto da biblioteca.
Um beijo
Adelaide, Borges é grande, mesmo. Quanto ao resto, fico sem saber o que responder. Obrigada parece insignificante, diante da sua generosidade.
Um beiijinho
É óptimo, o poema, não é, Sílvia? A *nossa* lua:)
beijo
Olá!Muito bonito o quadro!Tenha uma boa semana!Beijinhos!
Afixado por sandra em maio 3, 2005 11:33 PMIgualmente, Sandra!
Beijinho