Oi João, que maravilha de texto, grande verdade contida nestas tuas palavras. Concordo plenamente que o amor "não se inventa, vive-se quando nos bate à porta. Não vale a pena procurá-lo como quem procura caça num deserto. Ele virá por seu pé, por caminhos que só ele entende e não revela com qualquer antecedência. É imprevisível e vagabundo, esconde-se por detrás de cada face. Não usa passaporte nem reconhece fronteiras e não pede licença nem precisa chave para entrar". É isso aí, ele apenas chega e se apossa, toma conta e ficamos impregnados dele. Parabéns! Beijo meu. Gosto qdo vejo que andaste por lá.
Olá...
Vim espreitar e encontro este texto que me doeu, que me amargurou, mas num sentido positivo.
É como se tivesse sido escrito para mim (tonta pretensão!) mas, no fundo foi a minha primeira sensação, desculpa a ousadia.
" ...não se fabrica...; ...não se compra na banca...; ...não se modela...!"
Estou em fase de considerar todas estas tuas palavras...
Um beijinho pela tua compreensão ainda que não o saibas, nem o tenhas feito propositadamente.
Gostei muito de ler. Até porque disseste enormes verdades. Ao amor temos que estar receptivos que ele acaba por nos encontrar. Bjs
Sim, o amor é como um criança selvagem. Concordo...
Tinha-te perdido o rasto!!! Procurei e encontrei, não só o teu blog, mas tb este belíssimo texto. O amor não é... / O amor é... Continuamos na tentativa vã e inútil dett perceber o que une as pessoas, como e para quê. Ebora aceite que o amor é selvagem, mas mais do que isso, se existe (o q duvido, mas sonho...), é sobretudo indómito. Fica bem,
p.s. li o teu post deste dia e apraz-me registar o benefício da dúvida que atribuiste ao Primeiro Ministro de Portugal, e que eu partilho ctg (espero que não seja sol de pouca dura...).