Comentários: O Escritor Prodigioso

Prodigioso, era! É.
Belo poema, esse aí que escolheste.Parabéns

Afixado por Luísa em maio 22, 2005 12:35 AM

Gostaria muito de ter assistido ao evento. Mas o livro estará à venda e o documentário há-de chegar também ao público. A apresentação do livro e o debate que possa ter suscitado é que serão irrepetíveis.

Não foi fácil escolher um poema para "ilustrar" o meu afecto e admiração por Sena, e celebrar o o noticiado (e a notícia, gosto da notícia), decidi-me por este, reflectindo sobre encontros e desencontros connosco mesmos e com o tempo. Gosto muito dele.

Obrigada pela visita, Luísa.

Afixado por soledade em maio 22, 2005 10:25 PM

Maravilhoso sempre. Sou completamente apaixonada por ele. O que devo a você e Manuel, que a ele me apresentaram.
O incrível é que, aqui no Brasil, é impossível encontrar um livro de Jorge de Sena. Mesmo ele tendo vivido aqui.

Beijo grande, Sol. Saudades.

Afixado por Márcia em maio 23, 2005 11:54 AM

Márcia, que sina a dele! Aí também?!
Sim, lembro-me do seu encantamento por Sena, quando fazíamos o Mar de Poesias, acho eu. Foi há anos. Caramba, como o tempo passa!

Mande-me o seu endereço postal em pvt, sim? Com tantos format:/c, perdi-o. E tenho estado sem computador, agora com um novo, território estranho. Preciso ver o que se passa nos blogues amigos.

Beijos e saudades

Afixado por soledade em maio 23, 2005 12:10 PM

Leio notas e notícias sobre de Sena, mas não conhecia sequer um poema dele. O toque da grande poesia, a sensibilidade que encontra a referência humana nas coisas da realidade exterior. Vou tentar conhecê-lo um pouco mais pela rede. Beijo para você, Sol.

Afixado por adelaide em maio 25, 2005 08:00 PM

Adelaide, fazendo uma busca na net, encontra alguma poesia dele. Mas é de facto uma estranha sina, como diz o fado, Sena é grande entre os maiores, e tão pouco divulgado. Não dá para entender.
Beijo para si, amiga.

Afixado por soledade em maio 25, 2005 11:52 PM

...desculpem a colherada: dá para entender.
Acontece sempre com as vozes verdadeiramente incómodas...«mal com os homens por amor d'el-rei,mal com el-rei por amor dos homens» -dizia o Albuquerque terribil (figura com quem nem simpatizo por aí além, de resto...)

Afixado por amelia em maio 26, 2005 12:50 PM

O corpo não espera. Este é um poema para além da minha admiração, indentifico-me com ele. A constatação e a advertência. Suponho sempre que se tivéssemos esta clareza sobre isto olharíamos as coisas com outros olhos.
Tinha saudades de estar por aqui, Sol.

Beijos,
Silvia

Afixado por Silvia Chueire em maio 27, 2005 07:43 PM

É verdade, Amélia, mas quantas décadas mais até que Sena integre, por exemplo o cânone escolar?
(eu nem devia falar do cânone escolar porque a verdade é que tal cânone deixou praticamente de existir; o "reino da estupidez"...)

Afixado por Soledade em maio 29, 2005 10:45 AM

Silvia, é isso que me atrai em Sena, este olhar claro sobre a vida multifacetada, um profundo discernir, e a clareza - e a claridade - poéticas.
Fico contente porque gostou do poema.
Bj

Afixado por Soledade em maio 29, 2005 10:57 AM