Em poesia há aqui um traço de Ramalho naquela finura que cilindra cada palavra. Doridamente real. Belo.
Afixado por hfm em junho 6, 2005 10:09 AMNão me é fácil comentar Poesia, mas é muito bom poder encontrá-la, como agora aconteceu.
Tive vontade de fabricar uma cor já sabida, misturada de muitas outras, qualquer coisa como "sépia terno", assim por aí. Tanto tem para dar este quadro. Bjos
Afixado por ana assunção em junho 7, 2005 09:20 AMAcabadinha de chegar, que bom foi poder voltar a ler as tuas coisas!Beijo
Afixado por amelia em junho 7, 2005 04:00 PMAdoro este poema: o movimento lento da alma, dos corpos e da natureza (tão lento que chega a doer).
Afixado por Astrophil em junho 7, 2005 09:05 PMRegressada de curta ausência, com uma certa dor aguda na alma e muitas recordações, que bem que me fez ler o seu texto que, como outros seus, traduz o que vai na alma de quem sente mas não tem "engenho" para escrever ! Fez-me bem e, como diz a Ana Assunção com muita graça, com um toque de sépia, fez-me lembrar 7 tempos vividos outrora, tão felizes, numa Foz que conheci, talvez não a do texto, mas a minha, a do Douro. obrigada por seu texto de apaziguamento.
Fernanda.
De Ramalho? São curiosas as intertextualidades que cada um de nós opera. Obrigada, Helena.
Afixado por Soledade em junho 8, 2005 11:37 PMObrigada, JRD. Assim descobri também o teu "La Pipe", e achei que ler e afinidades. Voltarei.
Afixado por Soledade em junho 8, 2005 11:41 PM"Sépia terno" - Ana, tenho de reconhecer que seria um título excelente. O poema tem uns anos, envelheceu, desbotou ligeiramente. Ficou a ternura de um tempo mais doce e esperançoso, malgré tout.
Obrigada
Bem vinda, Amélia. É bom ter-te por perto :)
Astrophil, às vezes um fim de tarde é exemplarmente igual a outros fins de tarde. Fico muito contente por te ter agradado o poema.
Beijo
Fernanda, espero que esteja bem. Fico sensibilizada coma sua reacção ao poema. Há ecos que nos dizem não sermos uma humanidade tão desgarrada como a sinto às vezes. Obrigada por esta partilha.
Afixado por Soledade em junho 9, 2005 12:06 AMAs reminiscências e um olhar agudo, de sensibilidade, o do teu poema.É raro encontrar estas duas coisas reunidas e tão bem tecidas, Sol.É raro.
Beijo,
Silvia
Não terei ainda a maturidade para poder assimilar toda a verdade do poema mas, como algumas das palavras que tenho lido ultimamente, ficaram a ecoar com a calma, que já referiram, e com todo o movimento que as imagens e acções por ti escritas nos proporcionam.
(Continuo a ler-te ainda que não seja comentadora assídua.)
Beijo, *
Afixado por mylostwords em junho 12, 2005 12:30 PMSilvia, obrigada pela cumplicidade, pelo olhar sempre generoso. Mylostwords, és sempre bem vinda.
Afixado por Soledade em junho 13, 2005 03:21 PM