Tão nosso...
Afixado por amélia em junho 10, 2005 02:04 PMOlá Soledade!!Que belo poema, hoje no dia de Camões ele que nos deixou grande obra, obra com a qual nos deviamos orgulhar de sermos portugueses!!
Gostei do poema!
Tenho dois novos espaços para alem do Lágrimas...se kiser visita-los
http://simplesmentedaalma.blogs.sapo.pt
http://blogdoscontras.blogspot.com
Beijinhos!
« Vai-se gastando a idade e cresce o dano »
« qualquer grande esperança é grande engano.»
Tão nosso, sim, Amélia ! A sensibilidade da Soledade o trouxe hoje, o nosso "velho amigo" que , cada vez mais e melhor compreendo !
Camões é dos portugueses, dos brasileiros, dos moçambicanos... do mundo. Perfeição em forma de soneto. Um beijo, Sol.
Afixado por adelaide em junho 13, 2005 02:55 AMHoje já é 13, Sol, manhã de aniversário chuvosa e fria. Acabei de saber da morte de Eugénio de Andrade e um sentimento imenso de saudade me tomou.. Coisas da Poesia,inexplicadas, só sentidas, não é? E vim imediatamente aqui, deixar um beijo enorme pra você, que me ensinou a amá-lo, como, bem sei, você também sempre o amou.
Afixado por Márcia em junho 13, 2005 11:21 AMESTAMOS DE LUTO E FIQUEI TRISTE - ESTA NOSSA REFERÊNCIA, NO ENTANTO, NÃO SE PERDE.
APENAS FOI, COMO ELE GOSTAVA DE IR,«COM AS AVES».
Ficaram-nos as suas palavras musicais, luminosas e solares quase sempre, melancólicas noutras ocasiões.Poeta do corpo e dos sentidos no rigor da palavra, seu verdadeiro ofício de viver.
E logo no dia de S.Fernando Pessoa que também ele amava...
Afixado por amélia em junho 13, 2005 12:51 PMOlá!Portugal está mais pobre concerteza, mas a memória nunca esquecerá os grandes homens!
passei para desejar boa semana!Beijinhos!
Sim, Camões é nosso e do mundo, enquanto alguém, em algum lugar do planeta, pensar em português. É um Junho triste, este. Obrigada e um beijo a todos os que por aqui passaram.
P.S.: Sandra, visitar-te-ei
P.P.S.: Márcia, obrigada por se lembrar de mim no dia em que o Eugénio morreu. Estou desolada, como calcula.
P.P.P.S.: Amélia, Sandra - a referência não se perderá, nem os poemas (talvez...), mas é mais um linha no círculo que se fecha. No interior havia muita luz. No exterior, nem por isso.
Um beijo, amiga.
Afixado por amélia em junho 13, 2005 06:13 PM"Louvemos pos a alegria em tempos de tristeza.Ela, com o seu coração ardente de melancolia, é um dos caminhos para o solitário encontro do homem com o seu rosto. Ámen." (Os Afluentes do Silêncio).
Afixado por zef em junho 13, 2005 08:53 PM"Para tudo há uma estação, um tempo para cada coisa que se faz nesta terra: um tempo para nascer, um tempo para morrer, um tempo para plantar, e um tempo para colher..." Nãoo é assim, Zef?
Um beijo