A poesia portuguesa perdeu "corporalmente" um dos seus GRANDES vultos. Satisfaz-me apenas a crença de que os grandes escritores nunca morrerão, pelo menos enquanto as suas palavras se propagarem pelos 4 cantos do mundo. Hj vou reler alguns dos seus poemas aos meus filhos, pq a sua poesia é uma ode à simplicidade e ao culto da beleza, pelo menos a beleza q importa.
Afixado por Nancy Brown em junho 13, 2005 03:06 PMreverência ...
Afixado por paulo aka Renaldo em junho 13, 2005 04:28 PMFica a saudade...e a imortalidade das palavras, que são a expressão da alma.
Viverá, sempre, em cada um de nós que o leu, o lê e o há-de ler.
É muito triste perder um poeta, especialmente um com poemas tão luminosos. Mas a sua obra permanecerá nos nossos corações.
patrimonios.blog.com
Afixado por Sertorius em junho 14, 2005 01:48 PMTraços
Este ar meio abstracto
Que as palavras têm ...
Os traços fogem
Ao nosso alcance,
O olhar endurece,
Entristece...
Os traços escapam,
Vagueiam,
Confundem-nos...
Desaparecem,
Aparecem,
Ofuscam-nos...
Estes traços,
Meio reais,
Meio abstractos,
Como as palavras
Que nos confundem!
by myself
Gostei muito do teu blog...
Vou tomar a liberdade de te linkar...
Um abraço lunar
Afixado por Moon em junho 15, 2005 06:41 PMO texto não podia ter sido mais bem escolhido!
De facto é uma grande perda material...mas a esência, as palavras ficam cá!
É essa a beleza do poeta. Nunca morre!