Comentários: Sem ti

Ele fica e está nas suas palavras luminosas.
Um belo excerto - e adequado, amiga.

Afixado por amélia em junho 13, 2005 11:38 PM

Nunca vai morrer enquanto houver alguém que leia.

Afixado por Ricardo Garcia em junho 14, 2005 10:47 AM

...no interior havia muita luz, no exterior nem tanto, verdade, Soledade.

Afixado por ana assunção em junho 14, 2005 12:20 PM

Um texto totalmente apropriado. È um grande poeta, e foi um grande homem (sei pouco dele,mas o que sei adoro).
Beijos Sombra11, e que venha o exame de Port :(
**** :)

Afixado por Sílvia em junho 14, 2005 12:49 PM

Desde o 1º encontro, fulgurante e perfeitamente casual, com a poesia dele, aos 12 anos, nunca mais nos separámos. Agora sinto que alguém "me" morreu, fui abandonada, mas ainda não integrei a perda. E se leio os obituários na imprensa, fico perplexa com a pequenez que tantos ressumam. Sei que a grandeza acorda o pior que existe nos mesquinhos - a inveja, mas de facto custa-me a entender. Alguns de nós guarda-lo-emos, sim. Um beijo, Amélia, Ana, Ricardo, Sílvia.

Afixado por Soledade em junho 14, 2005 10:33 PM

Sílvia, é um grande poeta e eu fico muito contente por teres gostado. Lemos alguma coisa o ano passado,mas foi este ano que o estudaste, e tive pena, até por isso, de não estares numa das minhas turmas. Mas a tua professora preparou-te bem. E não deves recear o exame. É apenas outro teste. Tem confiança em ti, pequenina.
Beijinho e saudades da sombra 11 :)

Afixado por Soledade em junho 14, 2005 10:40 PM

Bela escolha, este excerto, para re-viver o poeta que deu mais luminosidade ao país das amoras silvestres, das rosas ( a Bela Portuguesa ...) do rio ( o Douro ) que encontra o Mar. Lendo-o, relendo-o e dando a conhecê-lo talvez consigamos deixar de ser estrangeiros no país em que vivemos. E a ele o devemos ; não aos "tais" dos obituários ...Um beijo.
Fernanda.

Afixado por f.s.m. em junho 15, 2005 12:09 AM

Ainda bem que ficou a sua Poesia.
beijo daqui, Sol.

Afixado por Márcia em junho 15, 2005 07:10 PM

pois: como saber?

Afixado por Alexandre em junho 15, 2005 09:26 PM

Oops! Ou eu ou o próximo completamos mais um milçhar de visitas.Diz aí que eu sou a 26 999!
Mais uma festa na Casa!
Beijos à dona e aos vistantes.

Afixado por amelia em junho 16, 2005 08:20 AM

É verdade, Fernanda. E talvez nos sintamos menos estrangeiros neste país de que ele dizia: «não é grande,/nem inteligente, nem elegante o meu país,/mas tem esta voz doce/de quem acorda cedo para cantar nas silvas/». Voz doce onde avulta a dele, Eugénio.

Um beijo

Afixado por Soledade em junho 16, 2005 01:47 PM

Márcia, dei-lhe os parabéns na Tábua de Marés: quero aqui também, embora com atraso, e quando nos aproximamos uns dos outros, em busca de consolo para esta orfandade de perder um poeta amado, desejar-lhe um feliz aniversário. Você nasceu no mesmo dia que Pessoa, aquele que disse que o mar unia, já não separava.
Um beijo

Afixado por Soledade em junho 16, 2005 01:50 PM

Talvez relendo-o, Alexandre, mantendo-lhe viva a voz, a memória. E a de outros, como referes no teu blogue.

Afixado por Soledade em junho 16, 2005 01:54 PM

Contagiante, esta boa disposição da Amélia; não consigo resistir á gracinha de lhe mandar um sorriso virtual de festejos da "27.015".Bjo. Ana

Afixado por ana assunção em junho 16, 2005 01:54 PM

:)
Uma papoila para ti, Amélia

Afixado por Soledade em junho 16, 2005 01:54 PM

E uma cereja de Junho para a Ana :)

Afixado por Soledade em junho 16, 2005 01:59 PM