Então a poesia serve para alguma coisa, rs.
Gostei!
Beijo
Oportuna cõnclusão, António!Mas a Soledade sabe disso...:)Beijos
Afixado por amélia em junho 18, 2005 05:22 PMNão faço versos mas que gostava lá isso gostava só para me poderem fazer uns versos assim.
Afixado por Mirone em junho 19, 2005 12:18 AMa demonstrar que não perde a mão - cpfeio
Afixado por peres feio em junho 19, 2005 11:06 AMbem, eu gosto aqui de tudo, peço desculpa de dizer assim: das palavras que nos chegam e batem numa forma que já reconheço por pouco que tenha lido, do que sinto quando leio e releio e me perco até no tempo. Ontem, passeei pela sua poesia, não consegui dizer nada aqui; afinal, diz-se sempre o mesmo, bem sei, hoje não encontrei outra maneira,(mas a poeta é a menina) continue...
Beijo
É uma grande felicidade quando já não precisamos de relógio nem de calendários. Quando o tempo gira dentro de nós a seu belo prazer ... Vou estar ausente por tempo não determinado e sem acesso aos blogs do meu contentamento, o que me vai fazer falta ; mas como voltarei sedenta de mergulhar neles! Beijos, até lá.
Fernanda.
"E onde o verso se alonga sem pressa de pousar". Por hoje, guarde-se este verso.
Um beijo
Este é um poema muito bonito e não deixa de ser interessante o facto de ser um poema que emerge (ou reemerge) de um outro qualquer. É mesmo pena que os relógios e os calendários existam ou continuem a contar dentro da nossa cabeça. Sei, também, que por mais que as folhas se amontoem umas sobre as outras, ou que os minutos e os segundos se amontoem uns sobre os outros, a beleza de vir, ou de me sentir, aqui será sempre a de um tempo indefinido tal como o do poema- sem passado, presente ou futuro.
Afixado por RMM em junho 20, 2005 03:40 AMPor aqui tenho navegado e tenho gostado de o fazer, embora nem sempre deixe um comentário. Hoje dei com este belo poema, tão belo como outros que já tenho lido e quis deixar este apontamento, mesmo correndo o risco de me repetir.:)
Afixado por Ana Gil em junho 21, 2005 01:38 AMAntónio, vamos supor que sim.
Abraço
Pois ando cheia de dúvidas poético-existenciais, Amélia. Bom... :)
Beijo
Podem fazer-*nos* versos pelas mais diversas razões, Mirone. Já não sei porque fiz estes :)
Afixado por Soledade em junho 21, 2005 10:27 PMObrigada, Carlos. Mas esta mão é de há uns
anos atrás. Como tu, ando em arqueologia poética. E este precisa de voltar ao estaleiro.
Beijo, boas brisas :)
A "menina" agradece, Ana :)
Beijinho
É verdade, Fernanda, libertarmo-nos da tirania do tempo, viver ao vento... Seria bom que esses estados de libertação durassem. Boa viagem, bom regresso.
Um beijinho
Zef, acho que é o melhor verso do poema :)
Um beijo neste plenilúnio do solstício, quando as noites cheiram tão bem, aí na nossa terra.
RMM, há poemas, encontros estéticos, que
são como um reconhecimento e uma libertação. Foi essa experiência que quis dizer, o libertarmo-nos de constrangimentos acessórios, das grelhas do tempo artificial com que mapeamos os dias, a cabeça, o coração.
Obrigada por vires aqui. Obrigada pelo que dizes.
Ana, muito obrigada. Espero revê-la um dia destes. Já passou um tempo, desde Góis. E para quando o seu blogue? :)
Beijinho
É verdade, Jorge. Acontece com todos os poemas e se calhar com todas as criações humanas. De facto cada poema é todos os poemas que foram escritos antes dele e que, de um modo directo ou indirecto, consciente ou inconsciente, permearam o autor. Uma visão en abîme que me deixa... estonteada :)
Obrigada pela gentileza.
Um beijo
Bonito concerto, Soledade. Há sempre algo de raro entusiasmo quando vemos que a poesia pode dialogar com a poesia, e transpôr mais uma fronteira; e uma vez transpostas todas elas, qual será a nossa derradeira estação, Soledade? Com um beijo, O.
Afixado por Oscar em junho 23, 2005 04:07 PMA da fraternidade? O reconhecimento de que a humanidade não conhece fronteiras?
Um beijo, Óscar
Quando o poema nos toca e temos talento para dialogar com ele, é isto, Sol. Beleza aos nossos olhos.
Quanto à pergunta do Oscar e à sua resposta, não resisto dizer que, a fraternidade, a humanidade sem fronteiras,nós as ganhamos ao transpô-las.A última estação? Haverá uma ? Isso não me parece importar. Que as hajam. Nosso maior bem será transpor fronteiras. E atentar para o que adquirimos no caminho.
Beijos,
Afixado por Silvia Chueire em julho 1, 2005 09:28 AMProfundamente de acordo, Silvia. Um beijo.
Afixado por Soledade em julho 1, 2005 02:40 PM