Comentários: Em louvor da chuva

Belo. Assim fosse a chuva que por aqui já se foi e deixou apenas o vento.

Afixado por hfm em julho 27, 2005 04:09 PM

Por aqui, só chuvisco...boas abertas - ar abafado, vento quente por vezes...Que bo se fosse uma chuvada a sério!

Afixado por amelia em julho 27, 2005 04:43 PM

Quem dera, Amélia, e com uma boa trovoada à mistura para desanuviar ... Mas já foi um consolo e rica sensação de alma esta chuva, Soledade ! Um beijo.
Fernanda.

Afixado por f.s.m. em julho 27, 2005 05:06 PM

un p'tit coin d'parapluie...:) Breve mesmo! Beijinho

Afixado por ana assunção em julho 27, 2005 10:22 PM

Bela fotografia e belo poema. E não podia ser mais oportuno numa altura em que todos suspiramos por uma boa chuvada, que lave este ar pesado que nos oprime.Quem me dera que o silêncio me dissesse: "ouve como canta nas telhas/e desagua/no pó". Bjs.

Afixado por Ana Gil em julho 27, 2005 10:54 PM

O som dela caindo serena, molhando os que pelo caminho passavam, assim como molha tua alma na chuva que cai de seu olhar.
parabéns pelo sentido!
Mára-BR

Afixado por Mára em julho 27, 2005 11:00 PM

Aqui choveu bem durante duas noites, e esta noite ainda, embora menos. É um encanto voltar a ouvir a chuva, chuva a sério, e sair à varanda para sentir os cheiros da terra e ver a cortina líquida a tombar na rua, no prado, nas árvores... Os dias têm-se resolvido em chuviscos e vento, mas as nuvens continuam, neste momento em castelos escuros, e é bom descansar o olhar na luz coada. Cansa-nos a monotonia do azul imaculado. Como pode ser uma festa, a chuva!
Obrigada a todas por terem vindo apanhar uns salpicos :)

Afixado por Soledade em julho 28, 2005 08:55 AM

Ana Assunção, adoro essa canção! Sim, a chuva ode proporcionar un p'tit coin de paradis :)

Afixado por Soledade em julho 28, 2005 09:03 AM

Màra, obrigada por ter vindo, por ter trazido o a sua leitura. Um beijo até esse lado do mar

Afixado por Soledade em julho 28, 2005 09:05 AM

Aqui, nem chuviscos...
Mas, em comoensação, encontrei este poema:

Esta chuva nos consola/ do tempo que nos devora.//

Devolve o pranto acrescido de/ uma esperança na terra que/ pisamos e adotamos, terra em que somos sofridos,/ desesperamos e amamos,/ perseveramos vivendo (antes mortos que vividos), e bem /mais,sobrevivendo.//

A chuva nos elabora
perfeita flora de antigo.

Maria Ângela Alvim.Superfície-Toda Poesia-Assírio e Alvim, 2002


Afixado por amélia em julho 28, 2005 11:08 AM

Pois é, Ana Assunção e Soledade, "Un p'tit coin de Paradis contre un p'tit coin de parapluie, je ne perdais pas au change, Pardi!" Brassens, toujours Brassens. O mais engraçado é que, desfasada um pouco, li agora os vossos comentários revivalistas (bom sentido!) e estava a ouvir cd com "La vie en rose", "Avec le temps", "Mon amour de Saint-Jean"... Juro que não estava a tratar do reportório ... Mas que saudades de uma boa chuvada de verão como a Soledade descreveu; ir à varanda, ver cair a água e sentir o cheiro da terra molhada...e deixar que a chuva escorra pelos cabelos... Um abraço.
Fernanda.

Afixado por f.s.m. em julho 28, 2005 06:27 PM

Pois eu acho que estavam as duas - Amélia e Fernanda - a tratar do repertório :)
Um beijo a ambas, um dia feliz a todos

Afixado por Soledade em julho 29, 2005 10:07 AM