Não conhecia e gostei de ler. Bela tradução.
Afixado por hfm em setembro 15, 2005 07:00 PMEu também só conheci o poeta recentemente, Helena, e gostei de quanto li dele, uma poesia sem concessões. Deu-me gosto ensaiar a tradução e procurar saídas para algumas idiossincrasias idiomáticas. Acho que vou persistir nas traduções.
Um abraço até à Ericeira que deve estar linda com esta lua quase cheia. Parece que este plenilúnio é especial. Dizem-me aqui ao lado que devo amanhã devo comer bolinhos da lua chineses. Perguntei se uma maçã não faria o mesmo efeito, mas parece que não :)
Como tu descomhecia o poeta e foi bom v~e-lo traduzido.Mas em relação álua-cheia, eu nem boloinhos posso tentar...só se fosse maçã...
Afixado por amelia em setembro 16, 2005 08:05 AMFaz como eu, Amélia, come a maçã :)
Afixado por Soledade em setembro 16, 2005 01:22 PME que tal uma maçã a que desenhássemos olhos, nariz e boca? assim pareceria uma mação lua...
Afixado por hfm em setembro 16, 2005 04:07 PMUma vez, alguém ofereceu uma maçã a alguém que a aceitou e o resultado...foi o que se viu ...Amélia, não coma a maçã! Maçã com lua cheia dá lobisomem...Coma, antes, "bolinhos da lua chineses", ou bolinhos da lua chinesa. A não ser que a maçã seja camoesa...
Afixado por zef em setembro 16, 2005 04:18 PMbem...e se fossem tremoços?
Já nem sei que fazer...em todo o caso comi maçã
reineta.Se verá...
Gostei muito. Também não conhecia o poeta. Parabéns pela tradução. Quanto à lua cheia, a que sou muito sensível, não é só no dia 18 ? muito perto, aliás, do equinócio de outono, dia 22 ? Só não percebi a relação dos bolinhos chineses. Será só e também poesia ? E onde encontrá-los ? teremos que ir ao próprio sítio :) ?
Abraço.
Fernanda.
Muito se divertem os meus amigos com a maçã, os bolinhos e a lua. Sim, o plenilúnio é só a 18, mas hoje já esteve uma lua esplendorosa. Não sei onde comprar os bolinhos chineses. Que tal "beijinhos" das Caldas? :)
Um abraço a todos e bom fim de semana
Boa esta sua escolha, e parabéns pelo trabalho conseguido na tradução. Gostei de ler. Cumprimentos.
Afixado por Maria do Céu em setembro 17, 2005 11:07 AMPois é, Soledade e demais gente. Bom cábula, fugi do caminho para onde o poema levava e "Andei sempre à roda, à roda, Mas sempre à roda" e...agarrei-me à maçã; era a coisa mais próxima. Foi a camoesa. A reineta é maçã rezingona, mal humorada (o nome também faz as coisas). A camoesa tem "boquinha de riso" e é criada no paraiso. O poema, ainda anda, cá por dentro, aos trambulhões.
Beijos e bom fim de semana
trambolhões é como se escreve...
Afixado por zef em setembro 17, 2005 11:13 AMBoa persistência será, estou certo, pela "amostra", que é um belo poema para uma tradução condigna. Traduzir poesia não é para qualquer tradutor por melhor que saiba a língua traduzida. Falta tantas vezes o "resto" que aqui há de sobra. Estou a lembrar-me, por exemplo, do La Realtà, de Pasolini, uma tradução que me indignou e de um nome daqueles que recebem prémios sonoros e breves (como aquele do Diário de Notícias para narrativa em que Sena foi preterido, já nem me lembro do nome da vencedora).
Afixado por mb em setembro 17, 2005 02:00 PMO poema lembrou-me o Fernando Pessoa, sei que não tem nada a ver, mas pronto.
(uma noticia, maior parte das pessoas da turma entraram na Univ, mas maior parte não entrou para o que queria...)
Beijinhos
Afixado por Sílvia em setembro 18, 2005 10:07 AMObrigada, Maria do Céu, retribuo os cumprimentos. Um abraço daqui até ao "Aqui".
Afixado por Soledade em setembro 18, 2005 08:21 PMZef, há uma atitude cábula que é boa, a que é criativa - uma delícia os "rodeios" onomatopaicos em redor da maçã. O poema é duro (sinal dos tempos) e resistirá. Entretanto, cultivemos a alegria :)Um beijinho
Afixado por Soledade em setembro 18, 2005 08:28 PMmb, tenho de concordar que há traduções confrangedoras. Mas eu sou apenas uma leitora exigente. Às vezes experimento a tradução, que é terrivelmente difícil, sobretudo em poesia. Raramente fico satisfeita e não gosto de mostrar as minhas experiências. Mas não há regra que não conheça excepção. Ah, também viu o documentário da 2, sobre Sena, no sábado? :)
Afixado por Soledade em setembro 18, 2005 08:36 PMNão tem mesmo nada a ver com Pessoa, Sílvia, "mas pronto"!;-)
Estás mais animada? Sei que entraram todos, e alguns para a 1ª opção, fiquei muito contente. Amanhã falamos.
Beijinho
Olá, Soledade!
Continuo com a escrita bloqueada e, por isso, nem comentários tenho feito nos blogues de que gosto, como o teu, por exemplo. Desculpa.
Assim sendo, decidi estilhaçar o silêncio, com um velho poema da minha autoria.
Escrevemos,
Até as palavras
serem carne,
E o poema
A foz
Do nosso gozo.
(inédito)
Um abraço amigo,
Violeta(s)
Afixado por Violeta Teixeira em setembro 20, 2005 01:59 PMVioleta, isto diz Steinner, em "Gramáticas da Criação": «
A obra de arte, ou a obra poética, traz sempre consigo, por assim dizer, o escândalo do seu aleatório, a percepção do seu capricho ontológico. A sua necessidade não corresponde a lógica alguma, por mais imperativos que sejam os motivos psíquicos e íntimos da sua génese. Os que fazem arte, música e literatura, experimentam esta ausência de necessidade como uma ameaça ou uma libertação.»
Lamento que a escrita continue a recusar-se, e que isso te traga sofrimento. E agradeço o teu poema inédito, um belo louvor do prazer de criar.
Um beijinho
Afixado por Soledade em setembro 21, 2005 08:23 AM