Também lá passo...
E não sou só eu. Dezenas de pessoas passam ali: é a Rua principal da aldeia e o único acesso à Aldeia Nova!
Já há 20 anos aquilo estava velho...mas agora: mete medo!
Por acaso, ou não, um vereador da nossa actual Câmara também lá passa...mas ele é destemido...só pode ser. E tem muita Fé...que aquilo não caia, desafiando as leis da gravidade...
Também lá passo...
E não sou só eu. Dezenas de pessoas passam ali: é a Rua principal da aldeia e o único acesso à Aldeia Nova!
Já há 20 anos aquilo estava velho...mas agora: mete medo!
Por acaso, ou não, um vereador da nossa actual Câmara também lá passa...mas ele é destemido...só pode ser. E tem muita Fé...que aquilo não caia, desafiando as leis da gravidade...
Também lá passo...
E não sou só eu. Dezenas de pessoas passam ali: é a Rua principal da aldeia e o único acesso à Aldeia Nova!
Já há 20 anos aquilo estava velho...mas agora: mete medo!
Por acaso, ou não, um vereador da nossa actual Câmara também lá passa...mas ele é destemido...só pode ser. E tem muita Fé...que aquilo não caia, desafiando as leis da gravidade...
Também lá passo...
E não sou só eu. Dezenas de pessoas passam ali: é a Rua principal da aldeia e o único acesso à Aldeia Nova!
Já há 20 anos aquilo estava velho...mas agora: mete medo!
Por acaso, ou não, um vereador da nossa actual Câmara também lá passa...mas ele é destemido...só pode ser. E tem muita Fé...que aquilo não caia, desafiando as leis da gravidade...
Bolas que tu passas lá 4 vezes......
AIAIAI será que andas a dar umas escapadelas para aqueles sitios :))))
Também lá passo...
Não 4 mas MUITAS vezes, de carro, de bicicleta, a pé,...
Tenho de passar por ali todos os dias para ir para casa. Á uns meses, alguém (penso que os donos que estão lá para a capital) mandou arrancar os beirados (que caíam aos pedaços na via pública) e selar as portas ao nível da estrada (numa das casas, a mais detriorada) a outra foi comprada por um construtor local,... que nada fez ainda. No entanto o perigo persiste, e a cada dia que passa aumenta, pois a estrutura que sustenta aquela "geringonça" enfraquece de dia para dia, e este ano não choveu muito, infelizmente, se não... Para complicar, em frente (do outro lado da rua) está uma casa, ainda habitada, que apesar disso, está também em muito mau estado. Basta que o desmoronamento da outra toque nela para vir tudo a baixo (queira Deus que não, seria uma desgraça), são dois idosos, um acamado e outro com problemas de locomoção agravado por uma terrível falta de vista. Mais acima ainda, está uma fachada de dois andares que há muito resiste desamparada aos Invernos, depois da casa ter ardido e de tudo ter sido removido, menos ela. É triste ver e ter de falar assim da minha terra, mas é uma triste e cruel verdade. A rua principal de Santiago está em ruínas,... e talvez só depois de uma qualquer desgraça se faça alguma coisa.
Obrigado a O Mocho por trazer a lume esta situação.
Políticos, façam alguma coisa antes que seja tarde de mais!
desconhecia a situação da casa em frente. A outra que já só está em paredes , essa vê-se claro. Essa questão dos idosos é de facto um outro problema muitas vezes associado a este. Ou seja as poucas casas habitadas no centro são habitadas por idosos.O que agrava todo o problama. Não sei se os politicos têm meios para fazer alguma coisa. Mas acho que podem. E certamente que se " a rua vier abaixo" irão fazer. A questão é fazer antes que aconteça. Em termos politicos creio que é tudo uma questão de prioridades e de planeamento urbanístico. Desconhecia essa situação de uma das casas ter sido comprada por um construtor. Bem o resto da rua não aguenta as obras de certeza se ele as fizer.
Afixado por mocho em agosto 4, 2005 07:59 PM De facto isso acontece muito.
Em Oliveira, onde moro na rua principal paralela á estrada nacional existe uma habitação (se é que se pode chamar assim) a ruir o telhado já desabou e é regular a queda de pedras.
Falei com um membro do executivo a situação para ser resolvida é necessário entrar em contacto prévio com os proprietários, ao que parece estar a ser difílcil.
Aqui dou a razão ao Mocho!
Mocho,
Como tu não há outro...
Preocupado com problemas que de facto tocam a todos.
De tanto lá passar por vezes até já nem vemos o que nos rodeia, mas quem vem de vez em quando, repara logo. Eu também visito Santiago e sei que existe ali um grave problema de saúde pública e salubridade. Ali se criam ratos, cobras e outros bichos que invadem as casas dos vizinhos. Cair ou não cair é de facto a última questão que nos devemos colocar, pois este inverno não foi rigoroso e as paredes aguentaram, mas quando se encherem de água com as próximas chuvas, lá vai tudo abaixo. A Junta de Freguesia tentou contactar os proprietários para resolverem a situação e já aqui foram referidas as obras executadas. Mas por mim era simples... demolir e mandar a factura aos ditos donos, se pagam tudo bem se não pagam a Junta fica com o prédio. Em Lisboa o Santana fez isso e resultou. Aqui não querem chegar a esse ponto mas acho que fazem mal.
Boa iniciativa esta de denunciar estes casos porque são centenas por todo o Concelho. Venham lá mais comentários...
O caso é simples: aguarda-se por uma tragédia e depois...resolve-se então o problema!
Neste país é quase tudo assim.
Por exemplo. no caso dos fogos - onde está a prevenção?...onde está a vigilância?...cada qual atire , depois, responsabilidades para outros...nunca ninguém é responsável..."isso é da competência de "...." não era do nosso foro"...
raios partam...e entretanto vão-se bens e vidas, cruzam-se os braços e tudo se repete no ano seguinte!
aqui no caso das casas..é o mesmo!
Tem sido um "cruzar de braços"....até que um dia....
Beijo ao Mocho e à whiteball
BShell
Este é, efectivamente, "um problema". E não o é apenas quando estão em causas questões de segurança, como no caso vertente.
Muitas vezes se critica o poder local por, por exemplo, um determinado edifício apresentar uma pintura exterior degradada que "desfeia" um local.
A questão prende-se com a dualidade público-privado, sendo que a administração pública não pode, legalmente, intervir em propriedade privada (veja-se o exemplo propalado pelo 'Zurara' de hoje acerca de umas estacas de marcação topográfica espetadas em terrenos privados).
Manda a Lei o seguinte:
1 - Que se demonstre a perigosoidade (por exemplo) do edifício para a segurança pública, o que não se faz por simples observação visual (a olho), antes requer estudos e peritagens técnica;
2 - Que, uma vez demonstrado o anterior, a Câmara Municipal notifique os proprietários para realizarem as obras necessárias à supressão da perigosidade, num determinado prazo (não sei, de momento, quantos meses);
3 - Que, na falta da realização das obras consideradas necessárias, a Câmara proceda às mesmas;
4 - Que o proprietário seja notificado para proceder ao pagamento das despesas realizadas pela Câmara.
Assim, percebe-se que isto não é tão simples como o senso-comum pode sugerir. Não basta "pressionar". Mas vai funcionando...
Só falha quando:
1 - O proprietário não tem dinheiro (acontece muito);
2 - O edifício não vale a reparação, nem aparece ninguém interessado na sua recuperação;
Ainda assim, em situações extremas, as Câmaras (a nossa também) avançam para a demolição, transitando o problema para os tribunais, onde se arrasta por anos e anos.
Afixado por azurara em agosto 5, 2005 03:19 AMBom dia,
Desculpem mas não resisto a implicar com o azurara.
Mas para quê complicar tanto, se a CMM até já deu mostras de ser expedita em contornar obstáculos legais bem maiores.
Porque não aplicar a receita que ultimamente utiliza para as licenças de construção? Suspendeu-se o PDM, manda-se às malvas os pareceres da Dir. Reg. Ambiente e Ordenamento do Território e a CMM decide se autoriza ou não (geralmente sim,contra o não da DRAOT). Vamos lá! Se há coragem política para uma coisa, maior será para esta, pois para mais o que está em causa é a segurança de pessoas, idosas e carenciadas.
este caso é mesmo a olho..Se a câmara tem então possibilidades de actuar que o faça.Nada melhor que a junta para desencadear o processo.
Afixado por mocho em agosto 5, 2005 11:23 AMPois é, e o vereador candidato a vereador também lá deve passar muitas vezes. E a protecção civil não existe?
Aqui, onde vivo(Ponta Delgada), por menos, foi interrompida a circulação de uma rua.
Mas não é só em Santiago de Cassurrães, basta ir ao Bairro do Relógio Velho, e se houver uma emergência, passa lá um "todo o terreno", e com muito sacrifício.
Perguntem aos Bombeiros.
O caso do bairro do relógio velho é uma situação um pouco diferente talvez pior.
Mas que em parece tem de ser resolvida numa perspectiva diferente.
Para todos os efeitos aquela zona é a zona de fundação de mangualde Terá de ser numa perspectiva de centro"histórico"(embora reconheça que esta dimensão pode estar um pouco forçada), enquadrando toda a praça, palácio e quinta dos condes.Isto numa primeira ideia. Mas os problemas de segurança são evidentes.
Bom pessoal, também acho lamentável esta situação das casas devolutas na Rua Principal em Santiago de Cassurrães.
Tenho conhecimento que a Junta de Freguesia já tomou algumas providências para a resolução do assunto, mas o que é certo é que o perigo continua.
Mas vamos a coisas boas. Se ainda não sabem há alguém em Santiago que está a construir um sítio na internet sobre a nossa freguesia. Está a ficar um trabalho muito bom. Só não digo o nome do seu autor, porque não tenho a sua autorização neste momento.
Mas vão visitando o seu interior em http://www34.websamba.com/santiago-cassurraes, e apoiem o seu autor, porque ele bem merece.
creio que não é dificil adivinhar quem é. imaginar pelo menos.
se aceitam um conselho alterem a apresentação dos videos.(panorâmicas)