Gosto muito de ler seus textos. Esta crônica está perfeita! O "sim" que dizemos perante um padre ou juíz parece deixar implícito o casar-se com todo o cenário que circunda os noivos. Se passados tantos sóis ainda existe a união, o casamento foi perfeito.
Amigo, meu micro finalmente está funcionando bem. Agora me farei sempre presente aqui. Beijos deste lado do Atlântico.
Não é desses tantos casares que se faz um casamento perfeito?
Um beijo.
Olá, Venho oferecer-vos o contacto do meu blog; criei-o c/ a pretensão de ser um blog de humor, pois andamos necessitados de rir; contem alguns palavrões, pois contem: mas todos os dicionários da lingua portuguesa os contêm e criança educada não ouve palavrões. Quanto ao "seu" casamento, deixo-lhe umas dicas: Casar é como ir a um restaurante com amigos. Você pede seu prato preferido e quando vê o que seu amigo pediu, percebe que você queria ter comido aquilo.
O homem está incompleto até se casar. Logo após, está acabado...
Visite-me eu voltarei aqui , até lá. http://ritmos.blogs.sapo.pt/
lol, muito bem apanhado ;)
Gostei muito do texto.
Pode-se dizer que é um salto o casamento. Saltamos para uma teia de relações - que vão desde as sexuais (se as há) até as políticas e diplomáticas. É um exemplo de como se tornar um indivíduo estilhaçado, propenso aos humores das cartas de tarô, búzios, I ching, etc. Seu conto é delicioso e sua prosa escorrega para áreas que só posso chamar de lúdicas e provocativas. Sua polografia é a polialegria de qualquer leitor. Abraço, caríssimo.
Afixado por André em agosto 18, 2005 03:38 PMGrande casamento! Merece referência à parte. Das criações eminentemente líricas, essa é uma daquelas cuja transubstanciação o tempo transforma em espancamentos desdobrados a dois. Nesse desequilibrio este conto é um registro maravilhoso do estatuto familiar.
abçs
Ilidio