Leio-te como se a um dos contos da adolescência, onde punha-me a imaginar cidades e aldeias, tão diversas da realidade circunvizinha. E dá-me um imenso prazer, como que empreender esta viagem em torno e de volta a mim. Talvez, mesmo, de encontro a nós.
Um beijo.
Lendo você e pensando nas imagens que vejo, a cada dia, na tv: o fogo queimando mais e mais por aí. Nem sei dizer o que sinto. Fico meio abismada. E preocupada com meus amigos d'além-mar.
Beijo daqui, de chuva.
Poético e saudoso relembrar de tempos e lugares que ficaram tão distantes! O relato do caixão que assustou o pobre do Roque, porém, foi de humor com muita classe! Gostei!!! Beijos deste lado do Atlântico.
Afixado por Neusa em agosto 28, 2005 03:19 AM