Sofre-se sempre com a perda...beijos
Afixado por wind em setembro 1, 2005 09:35 PM
... e como se sofre!
Li "Orgulho e Preconceito" na adolescência. Muito, muito grata pela tua sugestão, relerei Jane Austen ainda este fim de semana.
Abraço. T.
Afixado por T. em setembro 2, 2005 08:59 AMÉ belo e contido o poema. O rasgão, a falta tão bem expressos pela imagem do asfalto que engole jardins perdidos.
Um beijo
Afixado por Soledade em setembro 11, 2005 08:17 PM Gosto de percorrer os fios da "Teia da Aranha" e foi lá que tive o prazer de encontrar o seu endereço. Já visitei o seu blog, várias vezes e gostei do que vi...Parabéns pela paixão que põe no que faz. "Sem paixão nada avança", como disse,
um filósofo.
Miguel Torga disse que " conhecemos o nosso tamanho pela forma como perdemos ou ganhamos".Es-
tou plenamente de acordo. No entanto, a perda é, por vezes, um estilete de aço cravado na nossa alma, embora possa dar à luz poemas que suavizam, um pouco, este peso e que tocam quem os lê. Obrigada!...
Olá!
Gostava de o ver neste espaço. Será possí-
vel? Obrigada, desde já. Está aqui um comentário meu...
Eu e o meu marido amamos muito o teatro.De vez em quando, vamos à capital para saborear uma boa peça e o talento dos nossos grandes actores.
Como poderei enviar um poema meu, "O Actor", ao António Feio? Já foi publicado, em vários jornais, mas os destinatários não o conhecem...
Aguardo, ansiosamente, a sua resposta.
Um abraço.