Li o seu texto sobre globalização.Gostei.Acrescento: se as palavras dos reputados matassem a fome a alguém estava limpo o enclave de Melilla ou pelo menos não era procurado por gente com fome.
Pelo que li, o senhor faz parte dos auto-intitulados "No Global".
Claro que acho que os países ricos deveriam ter uma política (preocupação) diferente com o terceiro-mundistas, mas não há dúvidas que num plano geral a globalização traz mais riqueza. E é exactamente o excedente desta riqueza que nos permtirá (se quisermos) ajudar tais países.
Não peguêmos num ponto para destruir toda uma teoria.
Mas gosto do seu blog.
Abraço
A globalização traz mais benefícios a quem? Às multinacionais ou aos povos?
Afixado por quiosque em outubro 5, 2005 05:01 PMSó por compaixão pela inocência, não me deu para insultar o afixado "Jaquim"! A sério, você acredita mesmo no que escreveu?! Apetece-me perguntar-lhe: amigo, quantos anos tem? Que mundos é que já viu? Mora aqui na Terra ou noutro planeta qualquer? Compadre, até um pobre alentejano sabe que a globalização da fome é o melhor negócio em curso! E as negociatas laterais que se fazem à conta da fome dos coitados? Ora, quais? As armas, as drogas, o tráfico de orgãos, a neo-escravatura...
"Jaquim", você que fala em excedentes para matar a fome aos esfomeados, será que está a referir-se, por exemplo, aos excedentes agrícolas da UE que vão todinhos parar às áfricas deste mundo imundo?...
"Jaquim", acredito que seja um homem de boa vontade, mas pelo amor de qualquer deus maior, abra os olhos!