Comentários: Interior

...que bom ler-te logo pela manhã...belíssimo oq ue significas com tão poucas palavras, a culminar nesse magnífico terceto:

Náutila concha
que encerra o lume
de estar sem mim

-creio encontrar no poema vagos resquício dos poemas ortónimos do Pessoa na música como no sentido - e, sobretudo, muito do que é o teu jeito de «fingir» dores -ou pathos - deveras sentidos.Apetece decorar estes versos.E, ao fazê-lo, integrá-los em mim.«Roubar-tos».

Afixado por amélia em outubro 22, 2005 09:41 AM

Tão cantante e tão belo!

Afixado por hfm em outubro 22, 2005 11:01 AM

...clarificação:
quando uso no comentário acima a palavra resquício(s) quero dizer tonalidade,marca...

Afixado por amelia em outubro 22, 2005 02:34 PM

Muito lindo o poema, e como sempre fui obrigada a ir ao dicionário (o que é injusto (beicinho)). Gosto muito da 2ªestrofe, faz.me lembrar o norte. Como sempre um poema muito lindo.
Beijinhos e bom fim de semana e uma boa semana
Muitos miminhos

Afixado por Sílvia em outubro 22, 2005 06:34 PM

Que poema lindo, que cadência nos tercetos, e já nem sei dizer se é novo, se não o conhecia :)

Afixado por mb em outubro 22, 2005 08:26 PM

Sol:posso colcoar no meu blogue?
Beijo

Afixado por amélia em outubro 23, 2005 12:10 PM

Primeiro, é preciso ficar sozinho com este poema; depois, lê-lo, baixinho, a um amigo de cada vez. Ouviremos, depois, uns dos outros; que poema lindo!
Beijos nesta tarde bonita (aqui é).

Afixado por zef em outubro 23, 2005 04:08 PM

Gostei de te ler.

Afixado por Hitchhiker em outubro 23, 2005 07:06 PM

Consta que são 33999 visitas; ou esta, ou a próxima, será a 40 000 visita!BRAVO! Vamos em frente!

Afixado por Amélia Pais em outubro 24, 2005 10:12 AM

PRONTO: JÁ SOMOS 40 001!REPITO:BRAVÔ!

Afixado por AMELIA em outubro 24, 2005 12:14 PM

...como eu sou aldrabona ou esqueci de saber ler os números:onde se lê 40001 deve ler-se 34 001...Ms lá chegaremos, lá chegaremos...até porque agora somos 34007...Bravô na mesma!

Afixado por amelia em outubro 24, 2005 04:13 PM

É arrepiante de tão simples e tão belo.

Afixado por sete-sóis em outubro 25, 2005 12:42 AM

Simples, salvo seja: da simplicidade mais complexa, dá pano pra mangas, ou fogo pra mar.

Afixado por sete-sóis em outubro 25, 2005 12:46 AM

E quer-se, de facto, decorado, também por aqui.
Beijinhos

Afixado por sete-sóis em outubro 25, 2005 12:48 AM

A simplicidade de teus poemas é tocante e lhes dá essa força irresistível, Sol. Tens livros publicados, não? Bem queria ter um ao menos para ler e reler. Beijos

Afixado por adelaide em outubro 26, 2005 02:15 AM

Amigos, desculpem o silêncio, mas o trabalho tem apertado de uma forma insana.

Amélia, podes "roubar" o poema - dou-to :-)

Sílvia, folgo muito em saber que foste ao dicionário. Há bons hábitos que não devem perder-se :-) Beijinhos para ti também.

Obrigada, mb - não creio que conhecesse o poema, mas talvez a cadência lhe lembrasse outros.

Zef, um poema "de dizer", mais que de ler, e de assim, dizendo, passar aos amigos? Na tradição dos aedos que amamos. Que imagem mais bonita!

Sete-sóis, alcançar-te - precisamente a ti, ou à Sílvia - através de um poema, é um prémio que ultrapassa quase tudo. Tu sabes a razão. E, já agora, há quanto tempo não falamos do Roth, do Steiner, do Mishima? Há quanto tempo não actualizas o dawning? Vá lá! Beijo, saudades

Adelaide, livros não. Alguns poemas publicados em revistas e antologias. Tenho dificuldade em organizar livros - um livro, que seja. Ou preguiça, nem sei. Depois, os poemas nunca estão prontos. Depois, há coisas a fazer, contactos, diligências, que não fazem "o meu filme". E depois, são tão tristes os livros de poesia nas prateleiras do fundo e das traseiras das livrarias... Mas agradeço, e muito, a sua apreciação, o incentivo que ela contém. Talvez um dia.
Beijo

Afixado por Soledade em outubro 26, 2005 02:16 PM

Helena, a si em particular, para acrescentar um "muito obrigado" do João pela publicação no Traços e Cores. E o meu, pelo retorno ao poema.
UM beijo

Afixado por Soledade em outubro 26, 2005 02:19 PM

Oh, Soledade, até que enfim que consigo abrir e aceder aos comentários; já andava a desesperar! Era a última vez que ia tentar; em seguida iria contactá-la por mail para dizer tão só que o seu poema, como sempre, me faz lembrar muitas coisas que guardo cá dentro e que me são caras. E como gosto dos poemas aparentemente "simples" e que em poucas,(mas certas)frases nos revolvem os sentimentos e as lembranças... Um grande abraço.
Fernanda.
P.S.- como já me disse tb que não tinha livro publicado, posso ir recolhendo os que se encontram publicados no arquivo do blog?

Afixado por f.s.m. em outubro 27, 2005 07:53 PM

Fernanda, muito obrigada. Nâo sei o que se passa com a sistema de comentários. Deve estar em falência, como tudo o mais. A conversa fatalista vem da exaustão e do desalento - sabe de que falo. Qt a guardar os poemas do arquivo, por que não? Eles vieram a lume, e aí estão. Mas eu continuo a alterá-los, sabe? Mas não muito.
Um beijo, boa noite

Afixado por Soledade em outubro 27, 2005 08:45 PM

Obrigada por me dares um poema tão bonito.Que bela prenda!

Afixado por amelia em outubro 28, 2005 11:29 AM

Amélia, tu mereces o poema e muito mais. Vê: alterei a publicação.
Um beijo

Afixado por Soledade em outubro 28, 2005 01:06 PM

Prenda redobrada.Sou uma menina cheia de sorte...
Beijos, muitos.Soledade!

Afixado por Amélia em outubro 28, 2005 05:07 PM

belo poema, a imagem da distância verde.

Afixado por virna em novembro 2, 2005 12:21 AM

Virna, obrigada! Há quanto tempo! Um beijo

Afixado por Soledade em novembro 5, 2005 01:12 AM