Sendo "órgãos de soberania" e gabando-se disso mesmo como se isso os tornasse num tipo superior de portugueses não se compreende como esses ultraprivilegiados (800 contitos de reforma, dois meses de férias, etc.) ainda se atrevem a fazer greve no mesmo momento em que tantos processos de trabalhadores despedidos e de empresas falidas andam encalhados nos SEUS tribunais.
Eis a prova que Moral e Justiça nem sempre andam juntas...
Afixado por Rui em outubro 25, 2005 07:44 PMAinda bem que sempre aparece alguém que pensa como eu.Às vezes, acusam-me de reaccionário quando o que pretendo é apenas denunciar situações que, a meu ver, bradam aos céus.
Afixado por ACarvalho em outubro 25, 2005 10:10 PM