Forte, muito forte.
Li-o vorazmente porque não conseguia parar e acabei meio atordoado, com o coração acelerado, pela energia das palavras.
Vou fazer uma pausa e recuperar porque um poema como este merecer ser novamente degustado mas, para tal, é primeiro preciso descansar.
Não sou nada contra a tua poesia sobretudo quando na forma e no contexto me sinto em casa.
Um abraço com chuva e ainda (por pouco tempo) com maresia.
Sou contra. Também.
«Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei;/O que só agora vejo que deveria ter feito,/O que só agora claramente vejo que deveria ter sido –/Isso é que é morto para além de todos os Deuses,/Isso – e foi afinal o melhor de mim – é que nem os Deuses fazem viver»
Afixado por Soledade em outubro 30, 2005 01:40 PM