Comentários: Na noite terrível

passei em revisão as últimas publicações – imaginas que no respeitante aos problemas da escola, os veja com preocupação, mas não sou mais que um espectador preocupado – sobre a poesia, acho que a tua e a dos autores da tua escolha são da qualidade a que nos habituaste – um beijo cpfeio

Afixado por peresf eio em outubro 28, 2005 05:57 AM

Sabes como gosto...e só lamento que acha tantas vezes ocasião para estes versos virem ao de cima.Que regresse breve a luz de caeiro -revestida, de quando em vez, de uma pequena névoa...

Afixado por amelia em outubro 28, 2005 11:25 AM

Corrijo: só lamento que haja
(e não acha).

Beijos da que teima em acreditar que há estrelas - mesmo que as não veja.Como o sol existiu, mesmo no eclipse de há dias.

Afixado por amelia em outubro 28, 2005 11:27 AM

Carlos, os problemas da escola são sintoma e parte de algo maior, que me atemoriza e revolta. Não queria trazê-los ao blogue; queria, aqui ao menos, "desligar". Mas tu sabes que sempre tive dificuldade em fazê-lo. Obrigada pela visita, pela cumplicidade poética.
Um beijo

Afixado por Soledade em outubro 28, 2005 01:29 PM

Amélia, ontem, o que havia em mim era "sobretudo cansaço (...)
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...»
Depois veio a insónia. Felizmente tenho Campos. Mas lá virá Caeiro e a evidência de que o único sentido oculto das coisas é elas não terem sentido oculto. Então seremos como a ceifeira e tudo ficará bem. Algum tempo :-)
Obrigada - por tudo, amiga.

Afixado por Soledade em outubro 28, 2005 01:45 PM

Transcrevo apenas:
"Nesta noite em que não durmo, e o sossego me cerca
Como uma verdade de que não partilho,
E lá fora o luar, como a esperança que não tenho, é invisível pra mim."

Afixado por hfm em outubro 28, 2005 04:07 PM

Também queria ser como o «gato que brinca na rua, como se fosse na cama», ou então «raspar a tinta com que me pintaram os sentidos» mas... este «des»governo anda a dar-me cabo do sistema.

Afixado por Eliana em outubro 28, 2005 09:02 PM

Este é um dos poemas que me faz surgir um desejo de escrever o mais simples dos textos.

Afixado por exit1 em outubro 29, 2005 01:22 AM

Este é um dos poemas que me faz surgir um desejo de escrever o mais simples dos textos.

Afixado por exit1 em outubro 29, 2005 01:22 AM

Helena, tenho andado arredia de Campos. Era inevitável o regresso.
Um beijo, saúde, saudades!

Afixado por Soledade em outubro 29, 2005 07:50 PM

Eliana, talvez tenhamos de comportar-nos como o gato, se quisermos sobreviver. De que adianta tanto esforço? Chegou a resposta da DGIDC, em contradição com o GAVE. Não há hipótese, pois não? De um modo ou de outro o jogo está perdido -os dados estavam viciados desde o início. Aprendamos o despudor inconsciente do gato; ou o despudor desonesto de quem nos (des)governa.
Um abraço

Afixado por Soledade em outubro 29, 2005 08:14 PM

Acho que posso entender isso, exit1.
Um abraço

Afixado por Soledade em outubro 29, 2005 08:15 PM

Infelizmente vejo-me bastante no poema e como não podia deixar de ser nesse pseudo do grande Fernando Pessoa.

Este Monstrinho deseja-lhe um bom fim de semana, talvez vá ao ECB na 2f tirar saudades, já que ninguem me ligou na 6f :(

Jokas fofas

Afixado por Sílvia em outubro 29, 2005 09:06 PM

Sílvia, gostei muito de chocar contigo, literal e figurativamente, nos corredores da escola. Foi giro ver-te à porta da 28 a distrair a Joaninha. Não que a Joaninha precise que a distraiam, claro :-) Mas eu não podia parar,ia dar aulas nas catacumbas, e tu sabes os kms que é preciso (per)correr até lá chegar. E também sabes que gosto muito dos monstrinhos :-) 2ª feira é um bom dia para falarmos. Queria saber de ti, da faculdade, do teu curso... Sra Engenheira :-)
Fico feliz por continuares a gostar de Campos. Acho que todos nos revemos no poema, é da nossa condição. Mas tu deves ser mais optimista. Tens tudo para isso! Beijinho grande

Afixado por Soledade em outubro 29, 2005 09:43 PM

Não é só em tua terra que o poema de Pessoa/Campos expressa a realidade. Também aqui (talvez ainda mais) essa realidade difícil de viver e suportar se faz sentir, e não só agora, mas há décadas. Enfim, como você diz, melhor distender na poesia, tentar sublimar o que nos atormenta - e que aqui chamamos apropriadamente de "dar a volta por cima"... Beijo e um fim de semana muito bom, Sol.

Afixado por adelaide em outubro 30, 2005 01:56 AM

Adelaide, acho que o mundo inteiro se tornou um sítio muito feio e muito inóspito à vida, sobretudo à vida senciente (li recentemente um livro chamado "O Mundo depois de Darwin" - tenho pensado bastante no significado da expressão "os mais aptos"). Mas há que dar a volta por cima, sim, esse é um bom conselho, conselho sensato e de quem sabe, e eu agradeço-lho.
Beijo e um bom fim de semana para si, Adelaide.

Afixado por Soledade em outubro 30, 2005 09:47 AM