E o que mais desilude é que esta mentalidade sub-mundista e arrogante que domina a justiça portuguesa já está bem presente - ou enraízada, diria eu - na formação inicial dos juristas, nas não menos sub-mundistas e arrogantes faculdades de direito à portuguesa...
Um problema sem solução à vista, hélas!
Concordo, DK. Enquanto se continuar a preferir a impenetrabilidade (das decisões, da linguagem), enquanto o processo funcinar como muralha de defesa para os agentes da Justiça, evitando-lhes problemas futuros, tenho sérias dúvidas que a questão se resolva. Em vez de um serviço à comunidade, a máquina é, cada vez mais, um tumor, contaminando o funcionamento da sociedade.
Afixado por JSNovo em outubro 31, 2005 06:47 AM