Sentei-me na esplanada também, a observar o ciclista.
Obrigado pelo bom momento de leitura.
http://despojos.blogspot.com
Afixado por João em novembro 10, 2005 05:27 PMNão me sentei na esplanada. Sentei-me frente ao computador, entrei no blog e deliciei-me com este belo poema. Senti no rosto os salpicos das ondas.:)
Afixado por Ana Gil em novembro 10, 2005 06:41 PMQue frescura contrariando os tempos correntes ! Que poder destas palavras que me levaram a "sentir-me" sentada despreocupadamente numa esplanada frente ao mar !
Afixado por fernanda s.m. em novembro 10, 2005 07:55 PMUma esplanada junto ao mar é um símbolo da tranquilidade que buscamos no "inverno do nosso descontentamento", e o homem que ainda "traz a bicleta à mão", todo molhado, uma lembrança de Agosto, longe do trabalho e do frio. Apeteceu-me ir para férias ao ler o poema.
Afixado por mb em novembro 10, 2005 08:36 PMPorque será que não consigo distinguir muito bem o ciclista, talvez porque fiquei presa ao destino do riso do homem na esplanada...caleidoscópio mesmo.
Gostei muito.
Beijinho
35 066 visitantes...Bravô!
Afixado por amélia em novembro 10, 2005 11:06 PM35 066 visitantes...Bravô!
Afixado por amélia em novembro 10, 2005 11:06 PMGosto desta "falsa" serenidade ou calma. Identifico-me, sobretudo, com o efeito compressor do poema.
(Na altura não o comentei, mas "Trajectória" é um dos poemas mais belos que li ultimamente)
Afixado por Astrophil em novembro 10, 2005 11:34 PME simplesmente fantastica a forma como descreve a inevitabilidade das coisas. Vai-me dar que pensar. Obrigado
Afixado por , em novembro 11, 2005 02:13 PMSoledade, como diria a Amélia : 35.250 bravôs :)
Afixado por ana assunção em novembro 13, 2005 01:36 PMtuas imagens envolvem e vão devorando. por vezes com fúria, por vezes com uma suavidade exemplar. de tudo fica a satisfação, o arrebatamento e o retorno, aqui.
há vida no tecido fibroso do coração
Obrigada eu, João. Na 4ª estante, entre Kafka e Voltaire :)
Afixado por Soledade em novembro 13, 2005 07:35 PMAna Maria, Fernanda, MB, num dia invernoso como o de hoje, que bem sabem as vossas palavras e pensar que vos levei comigo a um salgado verão, perdido no tempo.
Quem sabe se o ciclista não existe excepto no riso do homem, assim como o mar, as ondas, o verão?
Ana Assunção, a menina é muito perspicaz ;-)
Um beijinho
Obrigada, Amélia. Trinta e tal mil gatos, ora pois! E como vamos de flores? :)
Beijinho
Astrophil, talvez o poema pudesse ser um fotograma, como disse uma amiga minha? E como são tantos dos teus belos poemas "fílmicos"?
Sim, tens razão, na moldura estival, serenidade é hiato. E tudo tem preço.
"Trajectória", gosto que tenhas gostado. Mas nota: não há que correr contra o tempo, mas com ele ;)
Beijo
Obrigada, "vírgula". A inevitabilidade, sim, julgo que é aí que o poema enfim desemboca.
Afixado por Soledade em novembro 13, 2005 07:59 PMDouglas, grata pela leitura. Encontrei vida, também (e o preço que ela às vezes cobra) no teu blogue.
Um abraço
...não vai mal...embarcaram já por lá -ou pelo menos espreitaram -18672...já virou quase um transtlântico e não um barquinho romântico navegando à luz da Lua...-:)
Afixado por amelia em novembro 14, 2005 09:41 AMUm grande transatlântico, Amélia. E a crescer :-)
Beijo, boa semana
Não pode deixar de rir na ultima estrofe, parece ironica :)
Está lindo o poema, com palavras caras e frases que ainda não percebo, mas está giro :P
Bem! Vou estudar :(.......
Beijinhos ****
Afixado por Sílvia em novembro 14, 2005 06:39 PMOh Sissi, que palavras caras?! Bom, também tu sabes ser irónica. E quanto à última estrofe, é bem feita, não é? :-)
Beijinhos, bom estudo. Eu também vou estudar.
Peço desculpa pelo anonimato, mas não me parece prudente a minha apresentação. Obrigado
Não conhecia muito da sua obra mas tenho investigado e já tenho o livro que editou do qual devoro cada poema seu, a maior parte leves, requerendo um pequeno momento de reflexão mas todos fantásticos. Neste poema realço novamente a linda maneira como um ponto de ironia com que relata a inevitabilidade, como que querendo fugir.... mas não consegue.
Na minha prespectiva, essa ironia no relato da tal inevitabilidade dá mesmo algo de cómico ao poema. Gostei. Passe no meu :)
Afixado por Aluno em novembro 14, 2005 09:50 PMHoje, pela primeira vez e depois de tantas tentativas frustradas, atrevo-me a deixar estas palavras neste espaço magnífico. Não vou comentar este ou qualquer outro texto. Apenas quero expressar a minha sincera admiração pela escritora, pela professora, pela pessoa fantástica que é a Soledade. Foi um prazer conhecê-la pessoalmente.
Afixado por Ln em novembro 15, 2005 06:15 PMTudo bem, "vírgula", mantenhamos as coisas assim, para conforto mútuo :-)
Obrigada pela tua gentileza, pelo teu interesse. Fico um bocado encabulada, como dizem os amigos brasileiros. E contente por gostares de poesia - a minha, a de outros, por gostares. Assim ela (a Poesia) não morra nunca!
Boa noite
Aluno, fui visitar o teu blogue. Tens ali um belo poema. Prazer em conhecer-te. Ou já te conhecerei? Isto está a ficar um bocadinho estranho :-)
Boa noite
Ln, a casa é sua. Fico sem jeito com o que me diz. Gosto muita daquelas pessoas com quem estivemos - estimo-as, admiro-as. E foi um prazer poder conhecê-la a si também. Que possamos repetir.
Um beijinho e muito obrigada
acabo de reler o poema que vc me apresentou lá no blog...sempre emocionante.
Afixado por douglas D. em novembro 16, 2005 03:38 AMSim, ja nos conhecemos... Mas não fui autorizado a entrar neste mundo da Soledade não-professora...
Afixado por AlguemQueNaoEu em novembro 16, 2005 04:47 PMObrigada, Douglas.
AlguemQueNaoEu,és bem vindo ao Nocturno com Gatos. No espírito que é o deste blogue. Tu sabes o que são contextos comunicativos :)
Dorme bem.
Obrigado. E gostava que fosse passando no meu blog pelo menos para ter a opinião de quem é, afinal, uma especialista :)
Afixado por AlguemQueNaoEu em novembro 17, 2005 01:12 AMNão sou especialista. Interlocutora, tão só. Linkei-te. Nocturno com Gatos orgulha-se da reciprocidade com Coisas de Puto :)