saudades de tu, amigo. ando afastada, ou apagada, ou ainda, escondida. mas ainda rimo. ainda brinco de soletrar palavras e convenço-me que me lês aos percalços, aos solavancos. aos montes e muito de menos. ando afoita e principalmente perdida. meio Flor Bela, a quem a poesia espanca, atravessa e depois, se opõe. deixo aqui meu carinho, meu refúgio e alguma coisa mais. daquelas escondidas e que poetas entendem. e digo: tu, nunca eu. Feliz Natal, Barbant. sempre severo, camarada e amigo.:-) sempre....DD
Afixado por Diana-Dru em dezembro 27, 2005 10:19 PM